<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395</id><updated>2011-04-21T21:56:39.302-03:00</updated><title type='text'>Esperando pela Chuva ou Contraponto Etílico-Existencial</title><subtitle type='html'>Devaneios de um bom-moço Sobre o Eu-Sozinho e Ensaios Sobre Nada e Ninguém em especial</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-115172175622883208</id><published>2006-06-30T23:40:00.000-03:00</published><updated>2006-07-01T12:07:57.616-03:00</updated><title type='text'>Mudança de Ares</title><content type='html'>Atualizem seus favoritos e links : &lt;a href="http://willdalosto.wordpress.com"&gt;http://willdalosto.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-115172175622883208?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/115172175622883208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=115172175622883208&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/115172175622883208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/115172175622883208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/06/mudana-de-ares.html' title='Mudança de Ares'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-115125711350341491</id><published>2006-06-25T14:20:00.000-03:00</published><updated>2006-06-25T14:38:33.520-03:00</updated><title type='text'>Quatro do Sete, o Tempo Está Se Esgotando...</title><content type='html'>Eu realmente tenho tido problemas com prazos e metas nos últimos tempos, tanto no trabalho quanto na faculdade e, extrapolando um pouco, até na atualização deste blog...o arquivo &lt;em&gt;ponto doc &lt;/em&gt;no qual escrevo ainda ostenta um "Atualização de 20.06.06" no título, e vejam só quando estou escrevendo.&lt;br /&gt;Mas, se a terapia é boa acabamos a (re)adotando mais cedo, ou mais tarde; então busco aqui nesta essecial perda de tempo um ganho do mesmo em curto prazo para honrar meus tantos  compromissos. Procurar &lt;em&gt;inspiração&lt;/em&gt; para dois insossos trabalhos da faculdade nem sempre é tarefa fácil e...bem, é nesses momentos nos quais a velha arte do &lt;em&gt;diálogo vazio&lt;/em&gt; mostra todo o seu potencial.&lt;br /&gt;É necessário, neste contexto, pensar positivamente (eu devo...repito sempre cá comigo). Apenas mais alguns dias. Só mais dez dias, mais nove...uma contagem regressiva dramática (sim, eu sei que sobreviverei, como nos últimos quatro fins de semestre) para o fim momentâneo destes pouco produtivos últimos instantes de semestre. A expectativa do tempo livre para ler meus livros que as férias proporcionarão quase me deixa feliz.&lt;br /&gt;Ei !!! Parece que já tenho algo para postar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S - Ah, maldita crise de crtiatividade...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-115125711350341491?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/115125711350341491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=115125711350341491&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/115125711350341491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/115125711350341491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/06/quatro-do-sete-o-tempo-est-se.html' title='Quatro do Sete, o Tempo Está Se Esgotando...'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-115016631836764798</id><published>2006-06-12T23:31:00.000-03:00</published><updated>2006-06-12T23:57:07.683-03:00</updated><title type='text'>Três Vinténs ( II )</title><content type='html'>&lt;em&gt;b)As cold as silence…&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;...e assim começa uma semana. Segunda-Feira. Névoa fria. A sempre sofrível ação de &lt;em&gt;cair&lt;/em&gt; da cama e sair engatinhando pela rua, apalpando a calçada fria até encostar-me no poste do ponto do ônibus. Seria hipócrita da minha parte afirmar que a intensa neblina da manhã me desagrada. Absolutamente. Um dos meus princípios preconiza que a vida começa em Junho, a vida começa com a névoa, e a vida (re)começa com o frio.&lt;br /&gt;Enfim, algo para me confortar neste “&lt;em&gt;doze do seis&lt;/em&gt;” solitário (embora eu realmente não esteja pensando muito nisso, só me dei conta do dia à noite) além do delicioso novo disco do Neil Young no meu Mp3 Player.&lt;br /&gt;No ônibus os ruídos do burburinho e do trânsito da Ipiranga não me desconcentram da música, levando-me apenas a ter de aumentar em mais dois pontos o volume do som. Começo a transformar em poesia e letras de música a caprichosamente suja e enevoada Porto Alegre que vislumbro no trajeto entre minha casa e a faculdade. Tudo é &lt;em&gt;tristemente perfeito&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Escuto um estálido forte, e antes que eu dê maior atenção ao fato o ônibus já está estacionando e o motorista afirmando e ordenando, altivo e sem margem para nenhuma contestação: “Estragou ! Todos para fora !”. E os passageiros – eu incluso – levantamo-nos e saímos do veículo, patéticamente conformados, seguindo à risca este civilizado comportamento de brasileiro da &lt;em&gt;primeira-década-do-século-vinte-e-um&lt;/em&gt;...e lá estava eu - novamente - apalpando a calçada &lt;em&gt;silenciosamente&lt;/em&gt; (Refiro-me ao silêncio interior, uma variante do vazio existencial. Entendem?), tentando fazer uma relação lógica entre o frio e esta espécie de &lt;em&gt;silêncio&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Sim, mudei a trilha sonora; passei o resto do dia escutando o disco mais depressivo do The Cure para me alegrar.&lt;br /&gt;E sim, eu cheguei atrasado, e...ora bolas! É necessário continuar?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-115016631836764798?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/115016631836764798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=115016631836764798&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/115016631836764798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/115016631836764798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/06/trs-vintns-ii.html' title='Três Vinténs ( II )'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114956527423720686</id><published>2006-06-06T00:38:00.000-03:00</published><updated>2006-06-06T09:15:50.833-03:00</updated><title type='text'>Sinfonias do Acaso</title><content type='html'>Era fascinante o universo daquela decadente rua da nossa tão decadente Capital, naquela noite fria. Aquelas esquinas são os ícones divisores de uma imensa e natural aventura; corre-se sempre o risco de ser visto como um cliente em potencial de substâncias ilícitas...mas, isto em si não é nenhum impasse que uma ou duas negativas não resolvam, mesmo por quê desta vez eu não carregava &lt;em&gt;vinte e seis dólares&lt;/em&gt; em meus bolsos, tal qual aquela canção do Velvet.&lt;br /&gt;Percebi algumas pessoas tremendo de frio na frente daquele bar, e outros que tremiam de...bem, esqueçam. Eu já ia me tornar irrelevante e indiscreto. Sobretudo indiscreto.&lt;br /&gt;Mas, o &lt;em&gt;ponto a ressaltar&lt;/em&gt; são algumas das características percebidas nos freqüentadores do local e da respectiva vizinhança. As rodas de diálogo nas calçadas fluem – via de regra - geralmente em torno de alguma garrafa de algum líquido que contenha álcool em sua essência; fato extensamente conhecido, eu admito...porém outras destas rodas efetuam uma construção de idéias dignas de nota.&lt;br /&gt;Eles agem da seguinte forma: Discutem alguma idéia até a exaustão...nisso se incluem movimentos artísticos obscuros até troca de impressões sobre sinfonias e compositores inexistentes. É algo que parece que não vai ter fim nunca, eu quero dizer : uma discussão muito difícil e tremendamente improvável de ser interrompida por qualquer coisa que possa ocorrer em volta – exceto talvez por algum bizarro elemento do acaso.&lt;br /&gt;E o fato é que, chuvas de sapos são coisas que acontecem, relembrando aquele célebre filme.&lt;br /&gt;Voltando ao ponto. Em uma grande e compenetrada discussão nada, em teoria, tira a atenção de seus participantes. Nada. Exceto talvez um ônibus que passa pela rua em baixíssima velocidade, com um elemento atípico: um letreiro de itinerário escrito NONOAI em letras absurdamente &lt;em&gt;garrafais&lt;/em&gt; (falando de forma séria, nunca ninguém de nossa cidade havia visto um ônibus com um letreiro de itinerário tão gigantesco). Todos ficaram pasmos...atarantados...era como se Pete Townsend tivesse despedaçado sua guitarra no meio da rua após surgir de um &lt;em&gt;portal extradimensional&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Vi, enojado, a urina molhar a calça de algumas pessoas mais impressionáveis. Ah, novatos...mas, de fato, apenas o ônibus desapareceu - sumindo na próxima esquina - e todos voltaram às suas conversas, como se tal rara e inebriante visão não tivesse passado de um fugaz pesadelo de fim de noite.&lt;br /&gt;Sim, eles optaram por esquecer, e voltaram às exposições de suas teorias de salvação da humanidade.&lt;br /&gt;Estupidamente etílicos, estupidamente afáveis. E estes elementos do acaso, ah...eles, por vezes, fazem a vida quase valer a pena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114956527423720686?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114956527423720686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114956527423720686&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114956527423720686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114956527423720686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/06/sinfonias-do-acaso.html' title='Sinfonias do Acaso'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114885082375292048</id><published>2006-05-28T18:10:00.000-03:00</published><updated>2006-05-28T18:13:43.766-03:00</updated><title type='text'>Três Vinténs ( I )</title><content type='html'>&lt;em&gt;a)Blind Man Kissing My Hand...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...assim, entrei no banheiro do meu local de trabalho; talvez não tanto pela real necessidade fisiológica em si e mais pela necessidade &lt;em&gt;vagabundológica&lt;/em&gt; de matar um pouco de tempo justificadamente. Defronte ao espelho um homem de uns trinta e poucos penteava os cabelos. Eu o conhecia muito pouco, apenas de vez por outra cruzar pelos corredores, correndo as horas como sempre, sem prestar maior atenção nos irrelevantes detalhes da nossa futilidade conjunta.&lt;br /&gt;Eis que ele deixou cair seu pente e eu, solicitamente – e em uma franca atitude de boa educação – o juntei...&lt;br /&gt;- “Seu pente...”. Mostro-o quase sorridente, esperando que o rapaz dê um passo, ou dois, em minha direção e o apanhe. Nada fora do comum.&lt;br /&gt;Ele virou-se em minha direção e agradeceu; também nada de anormal...a não ser pelo fato dele ficar estranhamente estático no mesmo lugar, me mirando com seu &lt;em&gt;olhar vazio e mortiço&lt;/em&gt;; eis então o que eu fiz :&lt;br /&gt;Andei os dois passos em sua direção e praticamente coloquei o pente em suas mãos. Cortesmente perguntou meu nome, qual setor que eu trabalhava...e se maldisse por ter de ficar tanto tempo isolado no seu departamento, raramente saindo...&lt;br /&gt;Uma boa pessoa.&lt;br /&gt;Com alguma sorte, espero que ele não tenha percebido que demorei longos e desconcertantes três segundos para notar que ele era cego...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114885082375292048?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114885082375292048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114885082375292048&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114885082375292048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114885082375292048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/05/trs-vintns-i.html' title='Três Vinténs ( I )'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114749442284506996</id><published>2006-05-13T01:12:00.000-03:00</published><updated>2006-05-13T01:27:02.980-03:00</updated><title type='text'>Em Dois Momentos</title><content type='html'>&lt;em&gt;Segunda-Feira, 8 de Maio de 2006.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corto caminho entre os carros parados no congestionamento que a tenra hora da cinzenta manhã de segunda proporciona. Contorno as grades de ferro, subo rampas, entro no velho bloco de (in)concreto, irrompo portas, uma a uma...mais uma última e chego. Aonde ?&lt;br /&gt;Sala de aula quase vazia, somente um amigo...e ele já tem problemas suficientes para eu o afrontar com o desabafo dos meus.&lt;br /&gt;Sim, detesto manhãs de segunda-feira...meu asco com a grande parte das pessoas que me circundam na sala faz com que eu olhe por reflexo para janela, no exato momento em que vislumbrei um outro reflexo (o de um raio) rebatido nas vidraças. A coincidência me diverte. Mantenho a janela em vista...esperando que um fenômeno semelhante voltasse a acontecer. Uma &lt;em&gt;reles curiosidade infantil&lt;/em&gt;, admito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Domingo, 7 de Junho de 1987.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela estranha luz branca que é disparada daquela estranha caixinha preta que minha mãe está segurando aumenta meu estranhamento com absolutamente tudo o que me rodeia...mas, por hora, fico fascinado com o objeto, e espero – ansioso – que outro fascinante clarão venha daquele lugar, o que de fato ocorre, me dando uma &lt;em&gt;alegria inexplicável&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Estou em frente de casa e tudo o que me rodeia desperta a fascinante fascinação e é combustível para minha enorme e imensa curiosidade (não me recriminem pelas redundâncias, tenho apenas dois anos e meio de idade e ainda não aprendi a ler e escrever) pelo &lt;em&gt;grande mundo estranho&lt;/em&gt; que me rodeia...na minha própria rua (na verdade eu sequer entendo o conceito de &lt;em&gt;mundo&lt;/em&gt;, mas isso pouco importa, a partir do momento em que eu não sei o conceito de &lt;em&gt;conceito&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;A árvore quase sem folhas da frente de minha casa (é final de Outono, isso é interessante constar) desperta minha súbita atenção. O que aconteceu com as folhas ? eu me lembro que haviam folhas !! Eu as via da janela do meu quarto !!! Para aonde elas tinham ido ?? Por quê haviam se ido ???...e, procurando atentamente pelas folhas desaparecidas nos galhos inermes meus olhos esbarraram no sol de quase-solstício. Oh, meus olhos sempre foram sensíveis, imediatamente abaixo a cabeça para direção ao chão e ameaço um choro. Mas, eis que duas folhas secas, arrastadas pelo vento no canto da calçada me reavivam a curiosidade...desisto de chorar, por enquanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segunda-Feira, 8 de Maio de 2006.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou sentado no pátio do prédio. Observo com curiosidade anormal, próximas de mim, as folhas secas que minhas botas pisaram agora pouco, de fato...também observo com certa curiosidade os seres humanos que se amontoam próximos a mim, alguns com pouco interesse, outros com uma quantidade de interesse um pouco maior.&lt;br /&gt;Os seres humanos me dão uma tristeza inexplicável.&lt;br /&gt;Eis um homem insignificante que não presto atenção...eis uma moça pouco digna de nota...eis aquele professor com &lt;em&gt;sorriso canalha&lt;/em&gt; que sempre me cumprimenta...eis uma moça que me desperta sentimentos mistos de &lt;em&gt;raiva&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;orgulho&lt;/em&gt;...e &lt;em&gt;vergonha&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Sentir raiva e orgulho ao mesmo tempo me dá uma imensa vergonha...Desvio os olhos para outro lugar, mantenho-me firme...mas pouco importa, sou mesmo um &lt;em&gt;homem ridículo&lt;/em&gt; por ainda me importar com isso tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Domingo, 7 de Junho de 1987.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um gato passa correndo perto de mim, e é lógico que, por uma &lt;em&gt;curiosidade puramente instintiva&lt;/em&gt;,  tento correr atrás dele, porém minhas pernas ainda claudicantes e pouco confiáveis não permitem tal proeza.&lt;br /&gt;Minha mãe me segura no exato momento em que eu começava a desabar sobre mim mesmo...eis então que sinto pela primeira vez uma sensação estranha, vazia...que anos depois eu saberia explicar perfeitamente.&lt;br /&gt;Frustração.&lt;br /&gt;A frustração é um sentimento relativamente simples e muito verdadeiro; porém para mim era o que bastava no momento, eis que tinha a &lt;em&gt;lição de vida&lt;/em&gt; do dia. Irritado, desviei o olhar para o velho e ornamentado portão preto de pouco mais de um metro de altura...uma das coisas das quais anos mais tarde eu sentiria &lt;em&gt;notável nostalgia&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;---------------------------------//----------------------------&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Extrapolando, seria talvez um símbolo (?) da criança aguerrida (embora terrivelmente tímida) que estava se formando ?? Não, não desistiria de tentar olhar para cima - mesmo que tivesse que desafiar o sol novamente - , não desistiria de perseguir o gato e...sim, até pularia aquele altíssimo (!) portão.&lt;br /&gt;Claro que depois que envelheci esta perspectiva mudou pavorosamente...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------//----------------------------&lt;br /&gt;Mais um clarão daquela caixinha preta registrou meus ingênuos e cândidos anseios para a posteridade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segunda-Feira, 8 de Maio de 2006.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos clarões em um &lt;em&gt;canto distinto do horizonte&lt;/em&gt; denotam que a chuva não vem mais...me abandonou ! Apenas deixou a opressão de recordação.&lt;br /&gt;Mas voltando...&lt;br /&gt;Vergonha de ter raiva e orgulho simultaneamente?! – Rolo no chão de tanto rir de mim mesmo por semelhante besteira, sou um homem ridículo, essencialmente ridículo...&lt;br /&gt;Por quê uma criança de menos de três anos deixaria de estar certa ? Apenas seguia seu instinto de curiosidade. Mas eu, no meu estado atual, tenho opções...convenhamos !!!&lt;br /&gt;Uma das pessoas que vislumbro no pátio - acho que uma das que me causa sentimentos mistos (não tenho muita certeza e isso sinceramente pouco importa, ou nada importa) - , passa correndo perto de mim...&lt;br /&gt;Não. Não saio correndo atrás (como por reflexo). Olho para a coisa mais interessante próxima de mim (o bico de minha bota) e penso : “&lt;em&gt;Somente uma criança de três anos...ou uma pessoa com mentalidade de três anos é “inteligente” o suficiente para desperdiçar energia atrás de algo tão insignificante e...e com menos de um décimo de sua inteligência !!”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nestes momentos falta alguém para te segurar no último segundo...e, portanto, devemos evitar quedas desnecessárias.&lt;br /&gt;Como não poderia faltar, deixo escapar meu sórdido e sarcástico sorriso...tão ridículo que ilumina a escura manhã de segunda-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S 1 – &lt;em&gt;Somente a vergonha na cara nos salvará.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;P.S 2 – &lt;em&gt;Repitam três vezes ao acordar e antes de dormir.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114749442284506996?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114749442284506996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114749442284506996&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114749442284506996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114749442284506996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/05/em-dois-momentos.html' title='Em Dois Momentos'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114653910725051076</id><published>2006-05-02T00:00:00.000-03:00</published><updated>2006-05-02T00:17:16.926-03:00</updated><title type='text'>“Cem Horas de Solidão” ou “Exílio na Rua Principal” ( II )</title><content type='html'>A noite de Sexta-Feira não é muito digna de nota, é sem brilho, as ruas estão desertas e me sinto particularmente ameaçado com minha câmera digital ao andar pela zona portuária – não me perguntem a razão, talvez um tétrico impulso suicida me impulsiona, não sei ao certo...e realmente tal coisa não importa muito – mas não resisti a tentação de andar por estas velhas e escuras ruas de público duvidoso, e ainda com uma &lt;em&gt;fumaça gélida&lt;/em&gt; saindo de dentro dos bueiros - ...ora, não podia passar sem um aspecto sombrio ! No fim, eu mesmo pareço uma pessoa ameaçadora à noite.&lt;br /&gt;Tolices de um idiota incorrigível...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta do meio-dia de Sábado estou de volta à zona portuária para almoçar no &lt;em&gt;mercado del puerto&lt;/em&gt;, não como nada além de picanha com um fantástico gosto de carne verdadeira e uma jarra de vinho espanhol, ambos tão maravilhosos que por si só valeriam a viagem. Vejo com curiosidade e fascinação o dono do estabelecimento no qual estou expulsar um trio de amigos &lt;em&gt;estadounidenses&lt;/em&gt; (assim eu creio, pois na rápida discussão falavam inglês...sim, sim, podiam perfeitamente serem de outro lugar, mas ninguém se importa) pela razão deles se recusarem a não fumar dentro do restaurante – para quem não sabe, um adendo particular, &lt;em&gt;no Uruguai é proibido fumar em qualquer local fechado público&lt;/em&gt;, não existem mais áreas específicas para fumantes, e é de admirar o quanto as pessoas respeitam e fazem respeitar tal lei – um fato admirável sem sombra de dúvidas...&lt;br /&gt;E um dia depois eu ainda viria um conhecido colunista – o &lt;em&gt;fumante inverterado&lt;/em&gt; mais conhecido do Rio Grande do Sul, eu creio – da Zero Hora fumando escondido dentro do banheiro de um hotel em &lt;em&gt;Punta del Este&lt;/em&gt;, embora isso não venha ao caso neste momento...(na verdade eu só queria ilustrar o alcance da proibição).&lt;br /&gt;Irrelevâncias de um homem idealista...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminho cuidadosamente na praia com o intuito de não sujar os sapatos com areia...o &lt;em&gt;Mar del Plata&lt;/em&gt; enche meus olhos e preenche minha alma, ele de certa forma é parte integrante desta cidade e, ouso afirmar, parte integrante do meu ser...como se ele me conhecesse profundamente e soubesse o quanto eu sou irrelevante perto dele. Dedos de pedra saem do fundo da areia como se pedissem ajuda; talvez mesmo ocorra o contrário...é possível que na verdade &lt;em&gt;eles&lt;/em&gt; é quem estejam oferecendo socorro. Admito não compreender perfeitamente o que me leva a aceitar a oferta e me sentar, cansado, com as costas apoiadas em uma destas pedras.&lt;br /&gt;Será idiotice demais de minha parte esperar que as próximas ondas que vislumbro adiante, em minha direção, tragam algum sentido para o que não tem sentido?? Perco-me em mim mesmo tentando encontrar uma resposta para tal &lt;em&gt;enigma&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Um caminho sem volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------//-------------------------------&lt;br /&gt;Eu teria ainda mais algumas coisas a escrever sobre esta viagem; alguns aspectos a desenvolver melhor...mas creio que é conveniente finalizar aqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114653910725051076?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114653910725051076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114653910725051076&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114653910725051076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114653910725051076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/05/cem-horas-de-solido-ou-exlio-na-rua.html' title='“Cem Horas de Solidão” ou “Exílio na Rua Principal” ( II )'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114634299978116216</id><published>2006-04-29T17:26:00.000-03:00</published><updated>2006-04-29T17:36:39.800-03:00</updated><title type='text'>“Cem Horas de Solidão” ou “Exílio na Rua Principal” ( I )</title><content type='html'>Esforço-me por repensar minha vida nestes três dias em Montevideo, mas é tudo em vão...sempre surge algo ou mesmo alguém mais interessante para se manter em mente em detrimento dos &lt;em&gt;problemáticos e patéticos eventos&lt;/em&gt; que sucederam a mim nas últimas semanas em Porto Alegre.&lt;br /&gt;Alegro-me escutando meus passos aparentemente despreocupados soarem pela &lt;em&gt;Calle 18 de Julio&lt;/em&gt; e me conforta a certeza de que não vou encontrar nenhum conhecido pela frente, nem se eu caminhar o dia inteiro...e de fato caminhar foi o que eu mais fiz naquela ensolarada tarde de sexta-feira, sempre – e destaco o “&lt;em&gt;sempre&lt;/em&gt;” – com a semi-consciente sensação de estar em permanente fuga das atrozes perversidades que as pessoas com quem convivo insistem em me fazer a título de “&lt;em&gt;todos te amamos e isto é o melhor para você&lt;/em&gt;”...seguro firmemente o riso com o sorriso mais cínico de todos os tempos – desde que se conhece o conceito de cinismo – e sigo caminhando firmemente sem propósito algum definido.&lt;br /&gt;Mas enfim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansado de tanta &lt;em&gt;bateção de perna despropositada&lt;/em&gt; acabo por desfrutar cada segundo da indescritível sensação de – apesar do frio – estar tomando uma cerveja deliciosa sentado  em uma mesinha na calçada de uma das &lt;em&gt;calles&lt;/em&gt; mais tradicionais da &lt;em&gt;ciudad vieja&lt;/em&gt;, observando as pessoas que passam com a relativa tranqüilidade que uma tarde ensolarada de sexta-feira potencialmente pode oferecer e esforçando-me para não pensar na clássica situação clichê de &lt;em&gt;estar-diante-de-um-quadro-do-qual-estou-fazendo-parte&lt;/em&gt;, mas como nunca escapamos totalmente destas situações, logo dei por mim rabiscando em um guardanapo uma possível teoria de salvação da minha vida e da humanidade...&lt;br /&gt;Enfim, chega de cerveja...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subo em um &lt;em&gt;velho&lt;/em&gt; ônibus (velho, no caso, como elogio) de linha para outro ponto da cidade com o objetivo de me perder e de nunca mais me encontrar...mas uma freada brusca faz com que eu fique com um dos ferros de segurança nas mãos – não, não estou exagerando nem fazendo piada...antes fosse o caso – e assim fui arrancado de meu delicioso devaneio de volta à realidade...&lt;br /&gt;Ao anoitecer, próximo ao hotel encontrei uma &lt;em&gt;amiga&lt;/em&gt; (sim, conheço pessoas lá, no fim das contas, e...sim, da mesma faixa etária) que trabalha em uma loja de roupas de lã e couro na mesma quadra do hotel; acha graça do ocorrido no ônibus que acabo por contar e confidencia que tal fato é mais comum do que posso supor e que, portanto, não é nada pessoal...(sim, ela conhece minha paranóia), nada que eu não possa esquecer com um café quente ou um cálice de vinho – palavras dela, com certa sabedoria, admito.&lt;br /&gt;Enfim, vamos &lt;em&gt;a la noche&lt;/em&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114634299978116216?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114634299978116216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114634299978116216&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114634299978116216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114634299978116216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/04/cem-horas-de-solido-ou-exlio-na-rua.html' title='“Cem Horas de Solidão” ou “Exílio na Rua Principal” ( I )'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114399531604309841</id><published>2006-04-02T13:24:00.000-03:00</published><updated>2006-04-02T13:28:36.073-03:00</updated><title type='text'>Outono do Pensamento</title><content type='html'>É mister informar – à quem propriamente, eu não sei – que estou me afastando deste espaço por tempo indeterminado.&lt;br /&gt;Talvez se perguntem (ou não) : Qual será a razão ? Eu respondo, as coisas ficam densamente perigosas quando o sofrimento, a auto-depreciação e a solidão começam a se transformar em algo próximo a &lt;em&gt;prazer mórbido e volúpia&lt;/em&gt; - ah ! la volupee..&lt;br /&gt;As folhas secas caem das árvores nesta época, assim, tal fato me leva a questionar se também não deveria “cair seco” no limbo...de certa forma.&lt;br /&gt;Palavras. Algumas pessoas as levam demasiado sério. Eu sou uma delas...e tudo piora quando começam a ficar repetitivas e com pouco nexo (aposto que já devo estar escrevendo desta forma, mas sinceramente...danem-se todos !!) piorando este já cansativo exercício constante de depressão e assemelhados.&lt;br /&gt;Preciso me desintoxicar de mim mesmo, embora possivelmente eu tenha feito tudo isto com um objetivo inconsciente de auto-destruição...no momento em que reneguei “&lt;em&gt;valores superiores&lt;/em&gt;” do nosso modo de vida e da nossa sociedade...e, penso eu, também a partir do momento em que desejei ser superior a toda a ignorância humana cercante...e sufocante.&lt;br /&gt;É possível que eu tenha falhado.&lt;br /&gt;Mas Basta. Certa vez alguém escreveu sabiamente : Penso e logo hesito...ou logo desisto – sim, um &lt;em&gt;trocadilho depressivo infame&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Adeus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114399531604309841?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114399531604309841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114399531604309841&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114399531604309841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114399531604309841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/04/outono-do-pensamento.html' title='Outono do Pensamento'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114308662045296517</id><published>2006-03-23T01:00:00.000-03:00</published><updated>2006-03-23T01:03:40.466-03:00</updated><title type='text'>Das Censuras</title><content type='html'>[Post Instrumental]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S - Sei lá...imaginem qualquer canção instrumental no estilo Sigur Rós; é isso...&lt;br /&gt;P.S 2 - Não levem tão a sério o que eu escrevo aqui, por favor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114308662045296517?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114308662045296517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114308662045296517&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114308662045296517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114308662045296517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/03/das-censuras.html' title='Das Censuras'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114280869160254451</id><published>2006-03-19T19:34:00.000-03:00</published><updated>2006-03-19T22:12:36.703-03:00</updated><title type='text'>Scrap Book</title><content type='html'>&lt;p&gt;Recentemente, em uma vã tentativa de melhorar minhas miseráveis noites de sono, troquei de colchão, fato que não corria há uns dois pares de anos – e eis que, durante o ato, encontrei um portento arqueológico digno de nota (literalmente) : um velho caderninho de anotações de minhas impressões do mundo, sob uma ótica de dezesseis ou dezessete anos de idade. Era interessante escrever “&lt;em&gt;cartas para anjos deprimidos caídos de um hipotético plano superior&lt;/em&gt;”, não que escrevesse-as de fato, mas era como eu chamava à época o “conjunto da obra”, coisa que fazia enorme sentido, principalmente se levasse em conta a temática dos escritos.&lt;br /&gt;Viro e reviro as páginas amareladas atrás de alguma velha idéia latente, e - de fato - vejo uma ou outra levemente promissora...mas a maioria não chega nem perto disso (e não me recrimino, tinha cargas de experiência a menos do que hoje) e chego a conclusão de que algumas coisas de fato mudaram nestes últimos anos, embora não importe o quão diferente eu pense, ou mesmo aja...os pensamentos e fatos negativos ainda tendem a persistirem.&lt;br /&gt;Em uma aleatória página do caderninho encontrei escrito : "&lt;em&gt;Um dia você encontrará tudo daquilo que tanto procura&lt;/em&gt;". Não me preocupei com o contexto no qual a frase foi escrita. Fui em direção à janela com um intuito irracional aflorando, mas...não, no fim não joguei o caderninho fora, apenas precisava de ar fresco.&lt;br /&gt;O caderninho voltou para seu local, embaixo do colchão, daonde nunca deveria ter saído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------//----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota Mental 1 : Esperança nem sempre é falácia, mesmo quando encontrada de forma acidental.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nota Mental 2 : Vou continuar procurando-a.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114280869160254451?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114280869160254451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114280869160254451&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114280869160254451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114280869160254451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/03/scrap-book.html' title='Scrap Book'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114221763911353190</id><published>2006-03-12T23:38:00.000-03:00</published><updated>2006-03-12T23:47:42.646-03:00</updated><title type='text'>Ventania</title><content type='html'>Sentindo os pés gélidos – apesar das botas de couro e das grossas meias que ostentava – flanava por aquela rua do Centro da cidade (estranhamente vazia), naqueles últimos dias de Julho. Seus cabelos cuidadosamente descuidados se deliciavam com a constante ventania que – prenunciando vindouros dias mais frios e mais curtos – dava seu ar da graça naquele gracioso fim de tarde.&lt;br /&gt;O som dos passos soavam de forma rítmica na calçada. Meio satisfeito, meio insatisfeito...não sabia com certeza como estava; mas era certo que faltava algo para preencher um vazio interno.&lt;br /&gt;Encostando-se em uma parede mais ou menos limpa (paredes limpas eram extremamente raras naquela cidade, por isso cuidava para não sujar o sobretudo) fitava com curiosidade espécimes da &lt;em&gt;civilização local&lt;/em&gt;...por exemplo, um engraxate com uma perna mais curta do que a outra (não veio lhe oferecer seus serviços... realmente deveria estar parecendo ameaçador totalmente vestido de preto - ele pensou) que caprichosamente mancava, sem pisar em nenhum dos vãos das pedras do calçamento (este detalhe em particular lhe chamou a atenção). Logo adiante, uma motocicleta barulhenta ultrapassava um semáforo fechado, para pavor e revolta dos apressados passantes da faixa de segurança...e ali, na esquina, um casal apaixonado se beijava fervorosamente, alheios a todo resto – sim, pois a eles a cidade que os cercava era de infinita irrelevância (apesar do frio, que a emprestava um charme todo especial).&lt;br /&gt;Adorava aquelas ruazinhas próximas do porto. Na esquina seguinte (aonde o casal havia a pouco desaparecido) vislumbrou os velhos guindastes...quando uma rajada de vento frio e cortante fez seus cabelos taparem sua visão momentaneamente : “nada mais poético”, pensou. Observou o lado oposto ao porto, notando o grande e antigo prédio rosa ao fim da rua. Eis que, satisfeito consigo mesmo, entendeu o que necessitava para preencher aquele incômodo vazio : “Preciso de &lt;em&gt;chocolate quente&lt;/em&gt;...com creme batido...e mais alguma boa e agradável companhia feminina”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114221763911353190?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114221763911353190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114221763911353190&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114221763911353190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114221763911353190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/03/ventania.html' title='Ventania'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114160873346289990</id><published>2006-03-05T22:28:00.000-03:00</published><updated>2006-03-05T22:44:35.863-03:00</updated><title type='text'>Relâmpagos</title><content type='html'>A madrugada abafada e degradante o sufocava em sua cama; e lhe estremecia a idéia de ter de estar em pé às seis horas do dia posterior, para o que definiam como “novo passo”, mas ao qual ele definia como “novo capítulo de uma rotina enfadonha”. Mas, poderia reavaliar aquilo tudo – pensou, virando-se novamente na cama – as tarefas e o trabalho, por mais desanimadoras e desgastantes que fossem, sempre servem como um fator atenuante para sua alma amargurada...uma espécie de &lt;em&gt;fuga lucrativa e não prejudicial&lt;/em&gt;. Ocupando seu tempo com tais execráveis atividades mundanas, teria menos tempo para se auto-torturar com seus pensamentos tortuosos e sinuosamente amargos que o consumiam nas últimas semanas – pensou, quase sorrindo.&lt;br /&gt;Sentia que estava à esperar que algo ocorresse (uma sensação recorrente nas últimas semanas) – mas, no caso, não eram os anseios de sempre...e sim algo mais ou menos concreto; enfim...uma chuva, no momento era apenas o que desejava; escutava estrondos distantes e persistentes – Mas nada daquela dádiva custosa irromper aquela atmosfera pesada e abafada pelo calor.&lt;br /&gt;Revirou-se na cama, assumindo uma posição na qual a brisa relativamente fresca do ventilador o atingisse de forma mais eficaz...e acabou por, finalmente, adormecer, perdendo o crepitar dos primeiros pingos da esperada chuva, que caiu com violência durante o resto da madrugada, como se estivesse com pressa em diluir as impurezas do mundo e as &lt;em&gt;amarguras humanas&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114160873346289990?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114160873346289990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114160873346289990&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114160873346289990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114160873346289990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/03/relmpagos.html' title='Relâmpagos'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114083978030362006</id><published>2006-02-25T00:49:00.000-03:00</published><updated>2006-02-25T00:56:20.506-03:00</updated><title type='text'>O Idiota</title><content type='html'>O acossam – covardemente – em tortuosos e intermináveis corredores que são um lúgubre pano de fundo para sua desesperada e ressentida fuga...a fuga para três possíveis locais: o nada, o lugar nenhum ou o esquecimento - e pensar que tudo aquilo ocorria por razão de sua condenação no julgamento de seus graves delitos: honestidade, decência e dignidade em excesso. O juiz havia sido claro em sua posição ao definir que “seria perdoável ao réu uma daquelas péssimas práticas, porém três daquelas atitudes extravagantes ao mesmo tempo eram uma afronta irreconciliável contra todos os homens de bem..”&lt;br /&gt;“Idiota!” – berram os de branco; alguns querendo apenas realmente sua cabeça, outros de fato desejando lhe aplicar a pior das punições: seu esquecimento e negação de sua existência.&lt;br /&gt;Mas eis que ele consegue fugir da gigantesca e ameaçadora vassoura através de um pequeno vão na parede, tal como um rato (o que de fato ele era para os demais indivíduos), para decepção de seus perseguidores; estes se dividiram entre resignados e inconformados, sendo que as opiniões se resumiam sinteticamente em duas frases: "Agora ao menos ele tirou sua carcaça nojenta impregnada de idiotice de nosso campo de visão.." e “Decência, dignidade e honestidade!!! Era o que faltava!!!O que diriam nossos filhos se agíssimos brandamente com aquele verme?”.&lt;br /&gt;Enfim...contudo, “&lt;em&gt;o idiota&lt;/em&gt;” ainda vive (alguns sábios dizem que a melhor companhia é a própria, embora isso seja essencialmente discutível) e pensa em algum lugar e - convenhamos – certas pessoas e certos ideais voltam à tona em época menos desfavoráveis e sombrias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;---------------------------------//--------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui um adendo pessoal: a transcrição do dicionário quanto ao adjetivo “&lt;em&gt;idiota&lt;/em&gt;”:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1. Sem inteligência. 2. Estúpido, imbecil.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, vejo como adequado também lançar luzes sobre o substantivo “&lt;em&gt;inteligência&lt;/em&gt;”:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1.Faculdade de entender, pensar, raciocinar. 2. Compreensão, conhecimento profundo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, conclui-se que ao ser humano falta inteligência para a necessidade vital da compreesão e aplicação das constantes existenciais que culminaram com o julgamento e expurgo do “&lt;em&gt;idiota&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;Aliás, por quê “&lt;em&gt;o idiota&lt;/em&gt;” é idiota ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114083978030362006?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114083978030362006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114083978030362006&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114083978030362006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114083978030362006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/02/o-idiota.html' title='O Idiota'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-114022997026029549</id><published>2006-02-18T00:27:00.000-02:00</published><updated>2006-02-18T01:18:49.183-02:00</updated><title type='text'>Sobre o quê eu falava ?</title><content type='html'>Tenho passado por outra – das já rotineiras – crise de forte ressentimentos contra a humanidade, também conhecida como “alergia à humanidade em geral”(tm).&lt;br /&gt;O fenômeno sempre se repete desta forma: Olho para todos e sinto raiva da existência de mais de seis bilhões de pessoas acima de pobre e infeliz planetinha...&lt;br /&gt;...basicamente é isso !&lt;br /&gt;Ainda posso alongar desta forma : estes seis bilhões de sacripantas e canalhas (em menor ou maior grau) carregam consigo mais de seis bilhões de mentes pútridas de preconceitos, ignorância e estupidez.&lt;br /&gt;E a desgraça-prima? Sim. Sou um deles – pode existir algo mais deprimente ? É a velha problemática do circulo vicioso da falta de sapiência agregada ao “homo”.&lt;br /&gt;Exemplo recente: pessoas &lt;em&gt;matam&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;morrem&lt;/em&gt; por excrecências como charges de mal gosto e abstrações de ainda mais mal gosto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------------------------//-----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda...no auge destes azedos e abafados dias de meados de Fevereiro, um acontecimento me surpreende; pois vejam : o fato ocorreu de tal forma...minha “chefe” se desequilibrou e começou a cair pela escada, por sorte apenas dois ou três degraus...pois eu, sem a mínima exitação a agarrei e evitei que algo muito &lt;em&gt;pior&lt;/em&gt; acontecesse...&lt;br /&gt;Isto ocorreu no dia em que meu péssimo humor e raiva estavam ao auge, pois então o que ocorreu ?....Não sei, esta piada do quotidiano (rimos os dois do ocorrido depois) funcionou à mim como uma faísca analgésica na minha combalida e cansada mente dos últimos tempos...&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;bom-moço&lt;/em&gt; ainda vive e ressurge quando menos se espera...embora, talvez, apenas não quisesse perder meu emprego. Não sei. Coisas do tal de &lt;em&gt;subconsciente&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Na pior das hipóteses : apenas queria massagear meu ego.&lt;br /&gt;Vou refletir sobre isso no jardim dos fundos. E tentar, até semana que vem, encontrar uma &lt;em&gt;resposta&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-114022997026029549?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/114022997026029549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=114022997026029549&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114022997026029549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/114022997026029549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/02/sobre-o-qu-eu-falava.html' title='Sobre o quê eu falava ?'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113953782213447016</id><published>2006-02-10T00:13:00.000-02:00</published><updated>2006-02-10T10:52:54.850-02:00</updated><title type='text'>A Hora Rubra</title><content type='html'>Faço parte de um universo em ebulição – o grau de particularidade dele varia conforme o dia – e já admiti que é fato consumado e notado...talvez (espero) não irremediável.&lt;br /&gt;Poderia ser algo edificante, tal como uma ebulição cultural, ou mesmo emocional?! Quem sabe...&lt;br /&gt;...mas vamos andando por que ela se aproxima e me oprime cada vez mais, a cada minuto que escorre em minhas gotas de suor. De cima, ela me enxerga e se adianta às minhas artimanhas de evitá-la.&lt;br /&gt;É digno de nota sua própria artimanha...pois você é consumido (cozinhado ?) se andar muito devagar e é tanto pior se resolver se apressar (fritado ?).&lt;br /&gt;Mas dane-se.&lt;br /&gt;Tenho treze minutos para chegar logo ali adiante nas treze horas (um lugar muito simpático)...mas, em tal momento o calor insano mostra-me o quanto mais insano sou do que ele próprio sonha e se atreve a ser.&lt;br /&gt;É a hora rubra.&lt;br /&gt;Perco o controle sobre mim mesmo, passo a odiar a tudo e a todos, incluindo o próprio ar que respiro...lágrimas escorrem, pois passo a sonhar com minha sala com ar-condicionado que está a cada passo mais próxima...&lt;br /&gt;A sabedoria dita as ações a partir de certa altura da vida...pois então, tens a palavra: “O ideal é não ir tão rápido que pareça ter medo, nem tão devagar pois pode parecer uma sórdida provocação”.&lt;br /&gt;E isso não seria adequado.&lt;br /&gt;Mas enfim... é tudo uma questão de respirar, respirar profunda e pausadamente...&lt;br /&gt;apenas não devo ir muito rápido...nem muito devagar...nem muito rápido...nem muito devagar...&lt;br /&gt;Calor.&lt;br /&gt;Calor insano...e de repente...frio&lt;br /&gt;Frio artificial.&lt;br /&gt;E de repente a hora rubra acaba...me dou um tapinha nas costas e sussurro em meu ouvido : “sobreviveste novamente..”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113953782213447016?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113953782213447016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113953782213447016&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113953782213447016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113953782213447016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/02/hora-rubra.html' title='A Hora Rubra'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113833151561899895</id><published>2006-01-27T01:08:00.000-02:00</published><updated>2006-01-27T01:26:44.893-02:00</updated><title type='text'>Muito Barulho Por Nada</title><content type='html'>Respiro o marasmo de minha vida em mais um repetitivo fim de tarde do verão porto-alegrense,  enquanto aguardo pacientemente (talvez nem tanto) o ônibus que me levará ao lar após mais uma monótona tarde de trabalho.&lt;br /&gt;Tento pensar em algo profundo...um raciocínio aproveitável que seja, para passar o tempo; porém a letargia mental que a parada de ônibus impõe é deveras forte...mas, eis que vejo o bólido de aço vindo em minha direção, e em questão de segundos penetro em um sólido símbolo da sociedade urbana neste planeta.&lt;br /&gt;Sento.&lt;br /&gt;Uma súbita sensação de que &lt;em&gt;algo&lt;/em&gt; interessante ocorrerá ainda hoje, e parece que não me engano, pois noto que a pessoa que está sentada ao meu lado é um belo exemplar do sexo oposto...de cabelos ruivos chamuscantes e óculos de aro escuro – e que bela surpresa !!! - compenetrada na leitura de um livro.&lt;br /&gt;Repentinamente a luminosidade do dia muda de tom; as nuvens se afastaram do sol eu creio.&lt;br /&gt;O que um dos raros exemplares de digno homem de vinte e um anos, na sociedade atual, faz diante de tal quadro?&lt;br /&gt;Sim. Abro rapidamente um livro que cá tenho comigo na pasta (sempre tenho algo para ler), neste caso uma comédia de Shakespeare.&lt;br /&gt;É uma besteira intragável, mas aquele quadro de “&lt;em&gt;bela-mulher-leitora-possivelmente-inteligente-e-interessante&lt;/em&gt;” passa-me uma ponta de esperança quanto ao futuro da humanidade (vejam só a que ponto chega uma mente imaginativa)...bem, talvez, para ser menos megalomaníaco, a figura apenas chama minha atenção, em um ponto de vista masculino é claro.&lt;br /&gt;Mas enfim, quantos pensamentos deste calibre passam por minha mente quando, repentinamente, fico consternado com o que ocorre...ela levanta-se e pede espaço para passar, e só nesse momento, e apenas naquele instante (Oh! Pobre e ingênuo William) percebo aquele vil e massacrante detalhe na capa de seu livro: Paulo Coelho.&lt;br /&gt;Eu estou liquidado.&lt;br /&gt;-----------------------------------//-------------------------------------&lt;br /&gt;Fim de tarde. Parece que vai fazer um dia quente amanhã...não sei, o que importa é que tenho ainda um livro para me distrair até chegar em casa, na Sibéria.&lt;br /&gt;Seu nome: “Muito Barulho por Nada”.&lt;br /&gt;A vida em pleno século XXI ainda é uma comédia Shakespeariana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113833151561899895?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113833151561899895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113833151561899895&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113833151561899895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113833151561899895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/01/muito-barulho-por-nada.html' title='Muito Barulho Por Nada'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113685951438609011</id><published>2006-01-10T00:09:00.000-02:00</published><updated>2006-01-10T00:31:44.360-02:00</updated><title type='text'>“Pseudo-Elegia dos Vinte e Um” ou “Coletânea de Devaneios Provocados Pelo Calor”</title><content type='html'>Então &lt;em&gt;devo&lt;/em&gt; ajustar a marcha diária para a lenta e, a partir desta deixar todo o resto – e, sim, isto me exclui – se espatifar nas curvas bruscas da vida.&lt;br /&gt;A perspectiva passada e vindoura (e por quê não “atual”) de tempo tem o poder duplo de me fascinar e apavorar...penso – se eu soubesse amanhã o que eu sabia ontem ! – Ah! maldita tragédia cínica...&lt;br /&gt;É confortante perceber que nos dias atuais me sinto bem em linhas gerais - e aqui traço um paralelo psicológico-comportamental através da música : Não preciso ser unicamente um som sombrio tal como “The Hanging Garden” do The Cure e nem unicamente um ser trivial como “Please Do Not Go” do Violent Femmes, a partir do momento em que posso ser as duas coisas ao mesmo tempo, com uma leve dominância de uma sobre a outra, de tempos em tempos...&lt;br /&gt;Eis: Um híbrido trivialmente triste ou ...tristemente trivial !!!&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Agora, a noite&lt;/em&gt;: Ah ! Esta maldita e fogosa cadela inconstante não me inflige mais medo; muito menos receio – mas terá meu eterno respeito...já que ela respeita (se abstendo de derreter) as máscaras dos pobres seres humanos que tentam sobreviver dignamente aqui em baixo, e...Ah! a propósito, isso me recorda que certa vez perguntei a um sábio como não enlouquecer na noite, e ele me respondeu: “Veja bem, William, não seja muito feliz e otimista; por outro lado, o mais importante é tentar não ser muito triste e pessimista...”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Agora, os dias&lt;/em&gt;: Por vezes sinto que eles têm algo a me dizer e mostrar, mas não escuto ou vejo corretamente o &lt;em&gt;recado&lt;/em&gt; – tantas vezes tenho certeza que não um, mas &lt;em&gt;dois&lt;/em&gt; pares de olhos e ouvidos desvendariam o mistério. Aqui tenho metade dos requisitos, a pergunta: aonde estão os elementos que completam este &lt;em&gt;par&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Noto&lt;/em&gt; que os últimos dias vêm passando na velocidade da luz, tenho certeza de que &lt;em&gt;algo&lt;/em&gt; não vai acontecer &lt;em&gt;hoje&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Amanhã não se sabe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S 1 – Sim, sou um bobalhão ás vezes.&lt;br /&gt;P.S.2 – Não, não minto.&lt;br /&gt;P.S 3 – Hmmm...Amanhã, quem sabe?!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113685951438609011?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113685951438609011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113685951438609011&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113685951438609011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113685951438609011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2006/01/pseudo-elegia-dos-vinte-e-um-ou.html' title='“Pseudo-Elegia dos Vinte e Um” ou “Coletânea de Devaneios Provocados Pelo Calor”'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113607674556339443</id><published>2005-12-31T22:42:00.000-02:00</published><updated>2005-12-31T23:37:58.400-02:00</updated><title type='text'>Trilogia Diurna / Terceira Parte – “Uma Floresta” ou “Embates Mentais Mas Não (Muito) Ficcionais” – Epílogo</title><content type='html'>O gosto de cevada penetrou no íntimo de seu ser...e, em princípio era apenas cevada – e nada mais !!!...W. preferiu acreditar nesta segunda proposição, apesar de possuir elementos de sobra para fazer outra opção.&lt;br /&gt;“Por que está tão pálido?”, W. escutou a pergunta de M.D, mas a resposta para tal, esta ele julgava saber. “Estou me sentindo péssimo com este calor...” Até ali nenhuma mentira, pois realmente o tempo estava intoleravelmente abafado, mas, não obstante – tão certo que tal resposta não foi mentirosa, tão falso dizer que ela foi verdadeira; mas enfim, nisto M.D sugeriu a W. que fossem ao quarto ao lado, que possuía uma janela – “ar puro nunca faz mal” – frisou W.&lt;br /&gt;Ele sentia-se terrivelmente cansado para se negar – muito menos negar um pedido de sua própria pessoa, e quem sabe dar por fim sua busca por respostas – portanto, seguiu-se de encontro para a cena seguinte, que é descrita com M.D sentado em uma cadeira, apoiado em um piano e W. encostado na janela, de quando em quando olhando para as estrelas e respirando profundamente o ar noturno.&lt;br /&gt;O silêncio estabeleceu-se por um par de minutos, sendo rompido repentinamente por M.D: “Já te antecipo, meu caro, que não existem respostas para seus anseios, nem verdades...ao menos não verdades com “V” maiúsculo...mas, sim – posso te expor verdades com “v” minúsculo, embora, no seu caso, seja apenas uma a verdade, nem duas, nem três...apenas uma.” W. estava mais do que cansado : tranqüilo - sim uma estranha tranqüilidade tomava conta de seu ser, era como se soubesse de antemão a resposta, e ainda mais do que isso...ah! os mistérios da revigorante atmosfera noturna, e pensar que estava com tanto medo e trauma daquele ambiente algumas horas antes...eis então que M.D tossiu secamente, olhou para a lâmpada que iluminava o ambiente, e disse por fim: “Tu és apenas um personagem de um conto que vai ser escrito especialmente para meu blog, em princípio em teor depressivo por razão de uma desilusão amorosa, e por fim em tom cômico-filosófico por eu ser bem maior do que aquilo tudo...então você se pergunta quem é de verdade – e eu respondo : seu personagem é, em poucas palavras, baseado na minha própria pessoa; por fim, você é eu, e eu sou você..e amanhã não se sabe”&lt;br /&gt;W., que teoricamente deveria ter caído duro com semelhante e bombástica revelação, não estava muito surpreso – já suspeitava de algo semelhante desde a viagem no ônibus de P. – mas, estava ainda um tanto relutante: “Se é verdade, eu sou apenas um elemento escorregadio de sua (e minha, de certo modo) imaginação...mas, meu amigo, há um detalhe que você esqueceu”. “Qual?”, perguntou M.D, tocando uma nota, distraidamente, no piano.&lt;br /&gt;“Ou você teve um lapso, ou isso tudo é mentira...você deveria ser a única pessoa a me ver, por razões óbvias, mas interagi com mais alguém”. Expôs, triunfante. “Não tão rápido, meu alter-ego, se você se refere a N., P. ou E., tire o cavalo da chuva – eles também eram personagens da minha mente, sim...baseados em pessoas (e grandes pessoas, diga-se de passagem) da realidade...mas nada mais do que personagens. Mais alguma dúvida?” M.D respondeu, um pouco arrogante, mas já com certa pena de W., mas este ainda tinha mais uma ou duas cartas na manga: “Esqueceste de outro detalhe, além deles, outra pessoa interagiu comigo - a pouco tempo uma moça dirigiu-se à mim e ainda me entregou um cigarro aceso em mãos, isto prova que não apenas existo em sua mente”.&lt;br /&gt;M.D deu uma risada, e replicou: “Isto não prova nada, apenas prova que aquela moça estava tão bêbada que estava imaginando coisas – e ela não te entregou o cigarro, ele caiu no carpete...e, sim, foi seriamente repreendida pelo fato”. W., se enfureceu muito com a resposta...pegou uma das guitarras expostas na parede do quarto, e disse: “Não, não ainda...resta sim uma prova de que não sou pura e simplesmente uma fantasia sua...fantasias não produzem dor !!!”. E lançou o instrumento, com toda a força contra a cabeça de M.D, que mal teve tempo de piscar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------//--------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M.D acordou em sua cama – em sua casa – com a cabeça ardendo por razão da ressaca da bebedeira da noite anterior...havia sonhado intensamente com...não lembrava – bem, fato normal. Começou a se vestir lentamente, até o momento que notou as folhas em branco sobre a escrivaninha; terminou de se vestir e, de súbito, uma idéia lhe tomou a mente como um raio.&lt;br /&gt;Tomou a caneta em pulso, olhou fixamente para a folha em sua frente por uns dez segundos, e escreveu num rompante:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...e perto do fim daquela terrível noite W. se viu perdido em uma selva de tons predominantemente gris, todas as cores repentinamente haviam desaparecido; a questão passava então a ser: É possível ao que nunca existiu desaparecer ?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--FIM-- \o/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113607674556339443?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113607674556339443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113607674556339443&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113607674556339443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113607674556339443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/12/trilogia-diurna-terceira-parte-uma_31.html' title='Trilogia Diurna / Terceira Parte – “Uma Floresta” ou “Embates Mentais Mas Não (Muito) Ficcionais” – Epílogo'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113555950627487287</id><published>2005-12-25T23:04:00.000-02:00</published><updated>2005-12-25T23:21:53.420-02:00</updated><title type='text'>Trilogia Diurna / Terceira Parte – “Uma Floresta” ou “Embates Mentais Mas Não (Muito) Ficcionais” – Capítulo Primeiro</title><content type='html'>...subindo a labiríntica escada, descendo da montanha da reflexão junto à planície do esclarecimento...hmmm, certo. Sim. Ele aproveitou a pequena aglomeração de três ou quatro pessoas que entravam no apartamento para tentar se misturar e quedar-se desapercebido, obtendo certo êxito nesta empreitada...Ah! sim, a boa e velha técnica de discrição da qual ele tanto se orgulhava...&lt;br /&gt;Mas e daí ?! Que poderia dizer a si mesmo quanto ao motivo de estar ali?!...factualmente, achara o endereço posto no seu bolso, possivelmente por P.; mas...seria impossível que soubesse de antemão tal destinação, sim – pensava – poderia ter sido algo subconsciente, sendo que P. apenas trouxera tal anseio para o campo do conciente...&lt;br /&gt;“Que formidável convenção de besteiras!!!”, pensou, quanto ia seguindo o fluxo de pessoas na cozinha; nisto, alguém pôs uma lata de cerveja em suas mãos.... W. olhou para quem fizera tal gentileza, mas o estranho já estava se dirigindo à grande sala ao lado, tendo “visto” ele, portanto, por apenas um segundo de relance...W., guiado por algum instinto, resolveu seguir o estranho para...simplesmente puxar conversa, mas antes, guiado por algum outro primário instinto nato, abriu a lata do dourado líquido e sorveu um generoso gole. Tendo, então, se declarado apto para a interação, partiu para a sala.&lt;br /&gt;A música alta do aparelho toca-discos ecoava pelo apartamento quando ele passou pela porta da cozinha e adentrou na sala cheia de pessoas conversando animadamente, localizou o estranho sentado logo adiante, conversando com uma bela moça de cabelos escuros....W. teve um súbito mal estar ao reconhecer aquele estranho, que...ora bolas, não deveria ser chamado mais de estranho, porém seguirá sendo chamado assim por razões de melhor identificação (por mais contra-sensual que isso possa parecer). W. teve uma espécie de vertigem com a súbita e inesperada revelação, e provavelmente acabaria derramando sua lata de cerveja se uma estranha figura não tivesse esbarrado naquele exato momento com ele.&lt;br /&gt;Não, realmente ser quase atropelado, naquela já perplexa situação, por um estranho parecido com um rabino não melhorou as coisas...pelo contrário...porém, antes que dirigisse qualquer palavra àquela extravagante figura, ela já estava fora do seu alcance...visivelmente atarefada colocando inúmeras latas de cerveja dentro da geladeira..., pois bem, ele engoliu em seco a falta de educação e seguiu adiante...mas, oh sim ! ele estava chocado por ter se reconhecido em um dos personagens da festa, acabava de se lembrar de tal fato quando o sofá ao lado do "estranho" foi desocupado, permitindo a W. sentar-se ali e tentar esclarecer tão extravagante fato de ficção científica de segunda categoria...&lt;br /&gt;Sentou-se, o “estranho” estava visivelmente entretido em sua lata de cerveja, W. então resolveu tomar a iniciativa da conversa, com o objetivo de desvendar tal mistério...mas, eis que neste exato momento uma jovem e simpática loira lhe prende um cigarro aceso entre os dedos, e dizendo, antes que W. esboçasse qualquer reação : “Segura ele tá ? vou trocar o lado do disco...”; W. ficou um tanto desconcertado – mais pelo elemento surpresa do que por qualquer outra coisa – por alguns instantes, até que o “estranho” ao lado lhe disse: “...é melhor pôr no cinzeiro”.&lt;br /&gt;W. escutou, mas não compreendeu...”como assim?”, perguntou. “Sim, o cigarro...ponha no cinzeiro ao teu lado...a brasa está por cair, e não seria adequado que ela caísse logo no carpete...”. Com esta resposta do “estranho”, W. voltou a si, fez a ação sugerida, tomou um gole de cerveja e perguntou para ele, querendo começar um esclarecimento: “Ando meio desligado, mas o problema em si não é este...mas enfim, como se chama?”.&lt;br /&gt;O “estranho” olhou em direção ao aparelho de som, que voltava a tocar sua melodia, após ter o disco trocado de lado, e respondeu: “Alguns me chamam de M.D”, mas é apenas um título...como eu diria? ...uma palavra que uso muito...ah, sim, extravagante...sim, um título extravagante....mas diga, quem é você?”.&lt;br /&gt;“Meu nome é W.”, respondeu, definitivamente convencido de que tinham posto algo em sua bebida...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113555950627487287?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113555950627487287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113555950627487287&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113555950627487287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113555950627487287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/12/trilogia-diurna-terceira-parte-uma.html' title='Trilogia Diurna / Terceira Parte – “Uma Floresta” ou “Embates Mentais Mas Não (Muito) Ficcionais” – Capítulo Primeiro'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113522107066388921</id><published>2005-12-22T01:09:00.000-02:00</published><updated>2005-12-22T01:11:10.836-02:00</updated><title type='text'>Trilogia Diurna / Segunda Parte – “Um Ônibus Mágico” ou “Uma Longa Estrada” – Capítulo Segundo</title><content type='html'>“...de modo que você anda perdido por aí faz tempo?”. E o colóquio já durava cerca de vinte minutos, constando os minutos quedos silenciosos por parte de W., que P., aos poucos foi vencendo, demonstrando ser mais amigo do que inimigo naquela longa estrada.&lt;br /&gt;W. estava nas profundezas dos pensamentos, sobre o que se passara com ele nos últimos dias (noites) e o que ainda haveria de passar; respondeu a indagação de P., incerto, ou melhor, certo de sua incerteza : “É algo que tenho pensado cá comigo, atrás das fibras mortas de meu ser...há quanto tempo ando perdido por aí?! Bem, é complicado responder isto...no momento em que não tenho certeza se um dia estive certo de minha localização...tanto emocional quanto racional no nosso pequeno universo..., de tal forma que, se nunca estive localizado, creio que não possa estar, exatamente, perdido...”&lt;br /&gt;P. puxou um pequeno caderno do bolso da camisa e fez algumas anotações...W. riu e disse: “Então é verdade que você é psicólogo musical?”. “não, na verdade sou “apenas” mais um compositor musical...porém o que o jovem disse pode dar uma boa letra de música para o meu próximo disco.”, P. respondeu, tentando parecer sério; nisto, guardou o caderninho, fez nova seqüência de acordes na guitarra, e, sem olhar para W., disse: “Poderia eu afirmar que isso não passa de perda de tempo adolescente, porém, visto que você parece superior (e maduro, creio) a tais crises pouco fundamentadas, talvez fosse o caso de encarar tal problema de frente, ir de direção à noite e encara-la corajosamente...sim, sem medo, seria uma forma de superar seu trauma, que foi causado pela noite, suponho...”.&lt;br /&gt; W. quase caiu da cadeira, na verdade apenas não caiu por que de fato não estava sentado em uma, apenas recostado em uma das confortáveis paredes acolchoadas. “...é uma dedução fantástica...não lembro de ter dito tantos detalhes sobre isso...ou eu disse?”. Perguntou, surpreso, W., que obteve como resposta: “não disse, e não culpe o escritor desta história de ser relapso, na verdade eu li a primeira parte desta história em algum lugar...ele estava demorando tanto para publicar a continuação...”. “Escritor? Como assim?”, replicou W. “Ahn, esqueça, eu pensei alto...sem estar alto, pois é cedo ainda...”, treplicou P., encerrando a questão.&lt;br /&gt;Foi um dia de viagem deveras agradável, porém, perto do anoitecer o ônibus se aproximava da Real Cidade de W., que já vinha quase farto de tantos conselhos recebidos de P., que ainda teve tempo de passar um último, logo após se despedir: “Lembre-se, o amor pode ser uma vingança, porém a vingança nunca liberta...”. W., escalando as caixas de som, tal como uma escada, ascendeu à parte superior do ônibus mágico; lá embaixo, P. fazia novas anotações: “...esta doença certamente nos leva à lugares nos quais não costumamos ir, porém, nessa excitante jornada, devemos aprender tudo o que for possível...”&lt;br /&gt;O ônibus cessou sua marcha em uma zona escura, na parte central da cidade, E. disse: “Para você não guardar má recordação de mim, alguns conselhos: deixe o oceano noturno dissolver as mágoas do passado, mas cuidado para que o sol não queime sua máscara...isso é importante, acredite...”.&lt;br /&gt;W. desceu, ainda virou-se para E. e fez uma última pergunta: “para aonde prossegue a longa estrada?”. “Para aonde vai a longa estrada ? não posso saber, mas aqui não posso permanecer...mas não há necessidade de dizer Adeus.”.&lt;br /&gt;Minutos depois, W. caminha apreensivo, porém corajosamente pelo ambiente noturno da cidade. Havia encontrado em um dos bolsos um papel com um endereço e número de apartamento anotados...obra de P., por certo.&lt;br /&gt;E, eis...chegou no número indicado, era ali, e...sim, era provavelmente mais uma daquelas festinhas de apartamento de estudantes universitários desocupados.&lt;br /&gt;Era um bom começo como desafio.&lt;br /&gt;Sabia que faltava algo a ser feito.&lt;br /&gt;Mas ele não sabia ao certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.A - Ainda este ano, a terceira e derradeira parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113522107066388921?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113522107066388921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113522107066388921&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113522107066388921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113522107066388921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/12/trilogia-diurna-segunda-parte-um-nibus_22.html' title='Trilogia Diurna / Segunda Parte – “Um Ônibus Mágico” ou “Uma Longa Estrada” – Capítulo Segundo'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113495436509692079</id><published>2005-12-18T23:03:00.000-02:00</published><updated>2005-12-18T23:06:05.130-02:00</updated><title type='text'>Trilogia Diurna / Segunda Parte – “Um Ônibus Mágico” ou “Uma Longa Estrada” – Capítulo Primeiro</title><content type='html'>...o sol já se levantava com força e ainda ventava quando W. chegou à porta, que já se abria. Ao primeiro olhar, surpresa...mas nem tanto, e se colocou à pensar na razão da surpresa não surpreender como usualmente surpreende....mas enfim, aquele homem que conduzia o veículo não lhe era de todo estranho, já vira ele, ou alguém muito parecido de perto, e não fazia muito tempo...&lt;br /&gt;Antes de W. abrir a boca, certeiramente o condutor afirmou: “Este ônibus só avança, portanto não há necessidade de olhar para trás, assim, uma vez embarcando, perca a esperança de retorno...”&lt;br /&gt;Por muitos anos depois daquele evento W. ainda se lembraria com vivacidade de lembrança daqueles verdes olhos perspicazes...principalmente do momento no qual eles se dirigiram pela primeira vez em sua direção, procedidos do som da fala: “Topas?”. “Estou muito velho para ser indeciso, mas já decidi que espero ficar muito mais velho antes de morrer”. Com esta resposta, W. encerrou a questão, embarcou, e o ônibus prosseguiu na longa estrada...&lt;br /&gt;W. constatou que era um ônibus velho, um modelo que lembrava os antigos ônibus ingleses dos anos sessenta, porém com apenas um andar, algumas poucas poltronas, e ninguém mais !...estranho. “não é um ônibus velho, é um ônibus antigo!!!”, antes mesmo de concluir seu pensamento, foi interrompido de tal forma pelo condutor, que, ainda visivelmente aborrecido, explicou: “O velho P. não pode escutar isto, ele tem um enorme afeto por isto tudo, há anos que este veículo o ajuda a espalhar sua doutrina e fé, ainda mais nos dias atuais no qual ele perdeu a maioria de seus antigos parceiros...mas ora, isto não lhe importa”.&lt;br /&gt;Ainda chocado, W. respondeu, já um tanto áspero: “Em primeiro lugar, eu não disse nada, em segundo lugar, não vejo mais ninguém nesta geringonça retrô ambulante...”. O condutor, acelerando mais a gering...digo, o ônibus, acendeu um cigarro, e , após desviar de mais um buraco da sinuosa estrada, disse: “mas você pensou, todos pensam isto...na verdade, os seres humanos são um tanto previsíveis, principalmente os desta era...e por fim, você acabou falando mal do ônibus de qualquer forma, e isto denota falta de controle emocional....você já pensou em tratamento? é provável que você tenha personalidade quádrupla ! ”.&lt;br /&gt;W. só ficou ainda mais aborrecido com esta coleção de despautérios, mas seguiu adiante: “Faltou responder sobre o outro passageiro, não vejo mais ninguém, quem é esse tal de P.?”. O condutor apontou para exatamente abaixo dos pés de W., e informou: “este ônibus não é exatamente um veículo convencionalmente racional e lógico, mas faço questão que você receba algumas respostas com um dos maiores especialistas em distúrbios emocionais”.&lt;br /&gt; O que ocorreu nos três segundos seguintes necessita de mais de três segundos para ser descrito: No momento milesimal no qual o condutor havia denunciado a existência do alçapão e W. olhava surpreso para o ponto sob seus pés (aquilo não estava ali antes, tinha certeza disto!), aconteceu a circence, (e vergonhosa situação clichê, que o escritor só descreve por ter sido fato verdadeiro) estapafúrdia e repentina representação da comédia do chão simplesmente lhe faltar sob os pés.&lt;br /&gt;E eis que, o tombo só não foi maior e mais doloroso por que W. caiu sobre enormes caixas de som, que diminuíram a distância até o chão....viu-se então em outro ambiente, uma espécie de sala com as paredes acolchoadas...e sentado à um canto, com um olhar sereno e empunhando uma guitarra (vejam o absurdo da situação), um velho com olhos semelhantes ao do condutor do ônibus mágico, porém azuis...&lt;br /&gt;W. se refazia da queda, ainda um tanto aparvalhado, quando P. disse: “Não culpe E. pelo infeliz acidente, meu jovem...ele tem uma personalidade um tanto sarcástica até mesmo sorumbática, mas é um excelente discípulo...”.&lt;br /&gt;“E.”, pensava W., então já sabia daonde conhecia o condutor do ônibus, aliás...aquele simpático velho não lhe era de todo estranho também...&lt;br /&gt;P. tirou um acorde da guitarra, olhou para W. e disse : “Que tal um pouco de conversa fiada até chegarmos à racionalidade...digo, real cidade ?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.A – A Segunda Parte continua no Capítulo Segundo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113495436509692079?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113495436509692079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113495436509692079&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113495436509692079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113495436509692079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/12/trilogia-diurna-segunda-parte-um-nibus.html' title='Trilogia Diurna / Segunda Parte – “Um Ônibus Mágico” ou “Uma Longa Estrada” – Capítulo Primeiro'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113236688209113433</id><published>2005-11-19T00:18:00.000-02:00</published><updated>2005-11-19T00:21:22.096-02:00</updated><title type='text'>Trilogia Diurna / Primeira Parte  - “Reflexos” – Capítulo Segundo</title><content type='html'>...no alcance da vista, já se percebia a estrada humana...N. e W., seguindo firmes em direção até ela, quedaram quietos no último par de minutos, W. seguia pensativo...subitamente N. chutou uma pedra para longe, e expôs: “Certa vez, em algum lugar...sequer lembro quando exatamente, vi, juntamente com um amigo, um filme...me apaixonei pela atriz...foi precisamente em uma cena específica, curiosamente um trecho no qual nunca entendi plenamente...você sabe, filmes franceses...intocadas e inalcançáveis atrizes francesas...”. “antes de mais nada, pare de chutar as pedras, isso dá um azar danado...mas agora me diga, o que raios você quis dizer com isso?”. Perguntou seu interlocutor.&lt;br /&gt;N. riu-se novamente, olhou bem para W. e disse: “o fato é: a atriz interpretou um momento no tempo, um momento na vida, do personagem, e dela mesma !!!...o momento em questão foi incompreensível, mas você deve saber que a vida inteira é desta forma : incompreensível, em maior ou menor grau”. “É uma leitura interessante, mas penso que também pode se relacionar a atriz  e sua função com a mulher em si, a da vida real...são a personificação da vida, agem de forma incompreensível e ilógica...sei que é um pensamento amargo e até mesmo machista, mas enfim...”. A exposição logicamente amargurada de W. se seguiu imediatamente do arrependimento de tal declaração pouco concisa, embora fosse sincera...&lt;br /&gt;N. tinha, é claro, uma resposta para isso: “Jovem, isso é de tal forma irrelevante...todo homem precisa de sua dama, isso é fato consumado, e não é qualquer percalço que vai mudar isso...sei que vou esta sendo irritante ao dizer isto: mas você é muito jovem para se abalar e amargurar de tal forma...”. A resposta de W. à isso foi o silêncio.&lt;br /&gt;Nisto, chegaram, por fim, à beira da estrada humana. O incrível silêncio foi contornado por uma repentina rajada de vento que despertou  W. dos pensamentos distantes nos quais se encontrava. Percebendo o fim da necessidade de acompanhar W., N. tossiu e disse : “Enfim, eis a estrada...desejo-te sorte, pois apesar de pacata ela costuma ser traiçoeira, quando menos se espera, com seus peregrinos...sim, ela tem perigos, mas também tem seus amigos....não, não me olhe desta forma, uma estrada pode ter amigos sim. Por quê não?...agora preciso ir, logo você encontrará mais alguém nesta jornada, a solidão não é a maior constante do universo como você deve pensar...”. Foram as últimas frases que W. escutou pessoalmente de N...sendo que as últimas palavras já foram entrecortadas pelo vento, que imperava.&lt;br /&gt;W. estava pensativo. Tinha o ânimo e alma revigorados pela edificante conversa com N., o sábio/músico/fazendeiro, agora realmente tinha mais coisas para pensar daí em diante, mas...lógico, ainda ficava longe de se resolver como indivíduo no embate entre emoções e racionalidade – que é o que significa a metáfora de voltar para a sua real cidade, sua realidade, caso alguém ainda não tenha entendido – será que um dia conseguiria ?&lt;br /&gt;De longe, N. deu um último aceno antes de sumir atrás da colina, W. então se pôs à caminhar pela estrada...o que poderia fazer naquele momento? O que poderia dizer?...percorrendo a suspeita estrada, pensava no quanto dura e desgastante era a batalha interna entre as emoções e a racionalidade, mas...estava disposto a prosseguir.&lt;br /&gt;Assim, dentro de poucos minutos surgiu ao longe, na estrada, algo que lembrava um ônibus. Um ônibus suspeito para uma estrada suspeita...a velha ironia atacava novamente, mas tudo bem, pois W. sempre fora seu Defensor Supremo.&lt;br /&gt;Desta forma, se ateve à sua resolução de seguir em frente, e fez sinal de carona ao ônibus, que parou logo adiante....hmmm, vidros escuros, tudo bem...suspense é bom às vezes.&lt;br /&gt;W. corre em direção à porta, para falar ao motorista...&lt;br /&gt;O sol já se levantava com força, e também com força ainda ventava...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Continuará na Segunda Parte, em breve...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113236688209113433?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113236688209113433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113236688209113433&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113236688209113433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113236688209113433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/11/trilogia-diurna-primeira-parte_19.html' title='Trilogia Diurna / Primeira Parte  - “Reflexos” – Capítulo Segundo'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113235160984775261</id><published>2005-11-18T20:05:00.000-02:00</published><updated>2005-11-19T00:15:46.000-02:00</updated><title type='text'>Trilogia Diurna / Primeira Parte  - “Reflexos” – Capítulo Primeiro</title><content type='html'>...e a claridade continuava sua marcha firme rumo à vitória ante à noite, que, progressivamente, se esvanecia proporcionalmente ao avanço de suas decididas passadas largas (mas cautelosas, não deixo de lembrar) rumo àquela casa no meio do campo, que agora – com um pouco mais de luz natural – W. identificava ser uma fazenda...ou qualquer coisa do gênero.&lt;br /&gt;E aquela música. Não, não cessara. Agora até começava a reconhecer a melodia, algo familiar...mas diabos...mal acabara o pensamento e a música abruptamente se interrompe....e um rompante de silêncio toma conta do espaço, já deveras silencioso naquelas ermas horas da manhã.&lt;br /&gt;Estava à – o que considerava ser – a medida cercana de cem metros da casa, quando tal fato ocorrera, e então...a sisuda porta se abriu e de lá um estranho saltou para o mundo exterior...não, não seria por isso que W. se assustaria, mas sim pela forma conhecidamente ameaçadora da espingarda que o estranho carregava...mas, ao mesmo tempo no qual foi escrito este último trecho, o estranho já se aproximava de W., que obviamente sustara o passo, e decididamente perdera todo e qualquer interesse e curiosidade por quem estivera tocando a música salvadora, embora soubesse que o homem já postado à sua frente – sim, ele já vencera à distância – seria a provável resposta para a questão.&lt;br /&gt;Enfim, tentou então se adiantar, com educação e simpatia. “Olá senhor, sei que não deveria estar aqui, mas de alguma forma me perdi da realidade...e acabei aqui”. O estranho, notando algo peculiar no brilho do olhar do jovem que tinha à frente, resolveu desengatilhar a espingarda e então disse: “Não, você não é do tipo de intruso que adoro expulsar daqui à saraivadas de tiros de sal...”. Sem entender direito o que vencera a desconfiança daquele homem, mas um pouco mais aliviado, W. derrotou seu próprio temor: “Gostaria, se possível, de ajuda para voltar ao meu mundo, mas enfim...”. “Não se esforce muito em explicar...”. O estranho o interrompeu. “Mas...” W. retrucou constrangido. E o homem continuou : “Qualquer explicação seria um contra-senso, pois é evidente que há um mundo no qual você vive, e ninguém mais pode tomar parte dele”. Surpresa, este foi o estado de W. ante a “tirada”; resolveu então ser espirituoso para tentar angariar simpatia da pessoa que poderia, quem sabe, auxiliar naquela situação penosa. “Alguns chamam isso de ‘lema do solitário’, porém prefiro chamar de ‘regra primordial de realidade individual’”. O homem então refletiu um instante e devolveu-lhe: “Palavras são apenas palavras que permeiam os anos da vida de um homem, você ainda não tem tantas pois é muito jovem...quanto mais velhos ficamos...ora, dane-se, você já deve saber disso....você quer este tipo de ajuda ?! ...se é assim posso te levar até a grande estrada humana, não muito longe daqui, apenas alguns minutos à pé”.&lt;br /&gt;W. e o estranho então seguiram em direção àquela estrada. W. nutria esperanças que tal estrada o pudesse levar de volta a sua real cidade, sua racionalidade...vocês já sabem, enfim. O estranho - que tinha um nome (sim !), e já o havia revelado entre o fim do último parágrafo e o começo do atual, aliás...seu nome é N. – revela-se um espelho no que concerne ao conceito de ajudar à refletir...idéias, lógico; para a felicidade de W., que sempre valorizava mais o tipo valoroso de reflexo, o intelectual.&lt;br /&gt;“Então tem certeza de que deseja retornar ao velho cenário da vida?...por experiência própria, sei que é duro fazer tal mudança.”... N. questionava com certa razão, ao passo que W. respondeu : “Minha vida vem mudando de muitas maneiras, já não sei mais no que acreditar...sombras persistentes me perseguem no últimos tempos”. Mal expôs tal fato, e já estava pesaroso em recordar suas recém conquistadas mágoas...&lt;br /&gt;“Mas que diabos”. Em um rompante, N. interrompeu. “Pense no fato da vida sempre trazer novidades, algumas são boas...”. Não, W. não resistiu : “N. esse ‘algumas’ foi a coisa mais inteligente e sensata que alguém me disse nos últimos dias”.&lt;br /&gt;N. estourou em uma gargalhada e reagiu com isto: “Quer dizer então que o jovem não vive exatamente com pessoas muito inteligentes, pelo visto...”. “Pelo contrário, inteligentes demais até...caso contrário...bem, esqueça”. Respondeu um soturno W..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.A – A Primeira Parte continua no Capítulo Segundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113235160984775261?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113235160984775261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113235160984775261&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113235160984775261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113235160984775261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/11/trilogia-diurna-primeira-parte.html' title='Trilogia Diurna / Primeira Parte  - “Reflexos” – Capítulo Primeiro'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113192769113315672</id><published>2005-11-13T22:14:00.000-02:00</published><updated>2005-11-13T22:29:29.250-02:00</updated><title type='text'>Trilogia Diurna / Prólogo - “Fuga”</title><content type='html'>...e perto do fim daquela terrível noite W. se viu perdido em uma selva de tons predominantemente gris, todas as cores repentinamente haviam desaparecido; a questão passava então a ser: É possível ao que nunca existiu desaparecer ?&lt;br /&gt;A resposta obviamente não veio, e a questão que sequer fora pronunciada caiu em algo pior do que o vazio noturno daquele estranho local...e não havia mais sequer uma mísera pedra se oferecendo solidariamente ao chute incorfomado...então, percebera a inutilidade de todo aquele sacrifício, percebera aonde tudo aquilo o levara, uma vazia miserabilidade existencial e emocional, para sua sorte mais a última do que a primeira...&lt;br /&gt;Noite sem lua. Que horas seriam? Aonde estaria? ...eis então que, rompendo o sepulcral silêncio noturno, surgem os acordes de um instrumento musical. Um banjo talvez...sim, algo completamente inusitado ante ao contexto.&lt;br /&gt;Corre rapidamente, se orientando através daonde a música parecia vir, através da opressiva selva cinza...mas então, o que era aquilo que via adiante?...sim, a “luz no fim do túnel !” ...no instante seguinte se auto-condenou pelo pensamento clichê, mas imediatamente condenou-se por auto-condenar-se...&lt;br /&gt;Fim da selva. Mas ainda não estava à salvo, precisava retornar à sua real cidade, sua racionalidade, sua realidade...mas, o que observava exatamente? Um descampado com uma casa adiante...e, sim!!! Era de lá que vinha o som de música que o guiara rumo ao fim do exílio emocional naquele inferno no qual passara as últimas horas...embora pensasse - e se culpou pelo pensamento fútil naquela circunstância - o quão irreal era o alcance que aquela música possuia...&lt;br /&gt;Caminhou firme, mas cautelosamente em direção à casa. As estrelas começavam a sumir, e no horizonte o firmamento começava a ficar com uma tonalidade prateada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.A – Continua Terça-Feira, com a Primeira Parte...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113192769113315672?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113192769113315672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113192769113315672&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113192769113315672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113192769113315672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/11/trilogia-diurna-prlogo-fuga.html' title='Trilogia Diurna / Prólogo - “Fuga”'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113234327130793704</id><published>2005-11-06T17:46:00.000-02:00</published><updated>2005-11-18T17:51:20.953-02:00</updated><title type='text'>"Factóides", "Noite" ou "Qual a distância de um beijo ?"</title><content type='html'>...e então saquei a chave do bolso, destranco a porta...mais uma. Pronto, cheguei, quero descansar...mas não, não ainda...notícias...surpresa!....um novo patamar na minha existência.&lt;br /&gt;Pausa. Adiante. Não, preciso de um tempo para digerir, alguns minutos apenas...a vida prossegue, goste eu ou não, circulando, circulando....sou uma roda, girando, vibrando de sentimentos vibrantes. Sim.&lt;br /&gt;Uma nova perspectiva. Um novo dia.&lt;br /&gt;Quando penso então ter tido o ápice das emoções de todo o mês no dia anterior, surge algo preponderantemente desgastante, sim, as sólidas e cristãs uniões já não são mais as mesmas, neste momento penso então ter sorte por ter acumulado tantas experiências desgastantes nestes últimos anos, senão fosse assim eu provavelmente desabaria com mais este factóide (sim, já transformei em um factóide)...mas enfim, uma ode as barreiras internas de gelo, sarcasmo e desdém...&lt;br /&gt;...os ponteiros correm, e já se foram três dias. É madrugada, solitário, caminho vagarosamente – e perigosamente - atrás de um táxi – mas preciso caminhar, preciso pensar – meu novo hobby de caminhante noturno tem me ajudado muito nos últimos dias...é hora de me concentrar em outros problemas...&lt;br /&gt;O som extremamente alto de Stones mal tocado ainda ecoa em minha mente...então apresso o passo...quase corro, como se o chão de minha vida estivesse desabando assim que eu pisasse nele...talvez não seja verdade, mas é uma ilusão etílica perfeita.&lt;br /&gt;O néon da vitrine de uma loja me rouba a atenção. Verde. Um pequeno lembrete da cor que tem a personalidade que mais me fascina nos dias correntes. Sim.Um estranho, e talvez irracional, fascínio pelo verde resplandecente e hipnotizante...&lt;br /&gt;A racionalidade mais e mais me irrita...então, irritado, chuto uma pedra no caminho e penso se não deveria finalmente deixar o chão desabar sob meus pés...na pior das hipóteses seria apenas mais um beijo perdido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a distância de um beijo ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113234327130793704?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113234327130793704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113234327130793704&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113234327130793704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113234327130793704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/11/factides-noite-ou-qual-distncia-de-um.html' title='&quot;Factóides&quot;, &quot;Noite&quot; ou &quot;Qual a distância de um beijo ?&quot;'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113010479553933154</id><published>2005-10-23T19:53:00.000-02:00</published><updated>2005-10-23T20:16:04.453-02:00</updated><title type='text'>L´age D´or</title><content type='html'>23/10/2005.........14h07........tentando escrever um post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Contrapondo ao meu usual modo de agir, fui contra meus princípios pré-estabelecidos de não repetir os velhos erros...acho que não aprendi a lição ainda...mas é tão difícil ser racional às vezes...&lt;br /&gt;Sim. Daquela vez foi extremamente doloroso, o que de certa forma balizou bastante minhas ações nos últimos três anos...”nunca cairá novamente neste circulo apaixonadamente vicioso”, até agora não foi tão difícil...mas eis então que por um pequeno descuido a correnteza surge de forma súbita, tentando me arrastar novamente, uma estranha predileção por um dos seus maiores opositores. Verdade.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota 1: Falando muito quanto ao que toca à minha pessoa, mas praticamente non-sense para os outros. Perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/10/2005.........21h43.........Percebendo a natureza das coisas...molhadas. Chuva. Caminho rapidamente, desviando dos carros e das poças...espelhos nebulosos...não, não é hora de pensar nisso...sensação de mágoa intermitente me assola, ponteada ocasionalmente pela aflição de chegar logo em casa e tentar esquecer o tormento da noite. A batalha entre sentimento e razão é mais agradável quando não se está encharcado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23/10/2005.........14h15........”? ou !”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Assim, atravesso calmamente (ou nem tanto) pelo território dos meus desejos obsessivos, e, por que não, doentios...traço projetos de poemas telescópicos em uma folha amassada de um dos cadernos da faculdade...tento me reconhecer dentro da poça d´água...mas não. Fracasso. E para piorar, uma fila para exercer meus direitos democráticos obrigatórios compulsórios me aborrece profundamente.&lt;br /&gt;Obsessão. Não combina comigo. Obsessão por alguém. Qual a razão de ser sempre tão difícil admitir ? Desconheço a resposta, que, sinceramente creio não querer conhecer...talvez sejam fatores comportamentais inerentes à mim; ao menos é mais fácil culpar tais fatores. Sempre. Eu acho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota 2: A covardia sempre precisa de subterfúgios pseudo-racionais, e o mais conhecido deles é a negação de sua própria existência...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/10/2005.........21h55.........porta batida e trancada...lar, adoro estar aqui sempre que posso, porém ao contrário do que pensava a sensação de mágoa intermitente não cessa, ao contrário, fica constante...sem a concorrência da desagradável sensação de umidade propiciada pela chuva que despenca aos borbotões lá fora...(sempre quis usar esta expressão). Eis então ela, novamente. Solidão esclarecida. Ninguém para escutar o que meus olhos gritam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23/10/2005.........19h47.........”? + ! = ?!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Preciso de respostas para as perguntas que nunca tive coragem de elaborar...surge um pequeno elo novamente entre eu e o problema, e este elo pode cair novamente à qualquer momento. Não, não, não....não acho que este elo efêmero tenha realmente alguma valia...&lt;br /&gt;Gostaria muito que isto tudo não passasse de um grande exagero.”&lt;br /&gt;Nota 3: Um dia ainda vou misturar K. e H. com algum sucesso digno.&lt;br /&gt;Nota Final : Infelizmente tudo é verdade....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113010479553933154?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/113010479553933154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=113010479553933154&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113010479553933154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113010479553933154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/10/lage-dor.html' title='L´age D´or'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-112861004786040491</id><published>2005-10-06T11:46:00.000-03:00</published><updated>2005-10-06T11:47:27.873-03:00</updated><title type='text'>Uma Noite Qualquer...</title><content type='html'>2:17...O teto esverdeado ocupa toda minha visão, deitado em uma confortável cama de formato perfeito, estou longe...embora talvez não devesse, continuo olhando para um ponto determinado, penso em diversas coisas, que divergem entre si, como usual...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:22 ...Uma simpática combinação de números...há ainda algum tempo para um cigarro, mas eu não fumo...o que não deixa de ter uma certa ironia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:25...A cidade me faz cada vez mais frio, frio como o sexo casual...mesmo quando não há casualidade, nós a fazemos, fazemos questão dela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:27...O ar é condicionado no recinto, tal como a manipulação completa de nossa sociedade, devo então suportar a manipulação que tenho conhecimento, a de nosso ambiente...afirmação racional? Talvez não, mas meu nariz concorda plenamente com este parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:31...Hora de sair deste ponto obscuro da cidade (e por que não de mim mesmo?), assim, levanto-me e recoloco minhas vestes cuidadosamente mal dobradas, postas em uma cadeira ao canto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:33...Então, depois do que creio serem mais de quinze minutos de silêncio, (de sons articulados, ao menos) dirijo-me à companhia feminina que momentaneamente divido a cama, é hora de acabar com aquilo:&lt;br /&gt;- Largo-te no mesmo lugar de sempre?&lt;br /&gt;- Sim, é conveniente.&lt;br /&gt;Companhias aleatórias nas madrugadas de Sábado, uma das características que sempre admiro é a pouca disposição à conversar...de fato há uma certa sabedoria nisso, pois de qualquer modo não há o que ser dito...creio sim ser um ótimo momento para se pensar...só não digo que não é o melhor momento por haver empate com os relaxante minutos reflexivo-filosóficos que a privada de banheiro nos proporciona depois de todos os almoços...&lt;br /&gt;Mas voltando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:47...Sozinho, novamente, acelero o carro pela avenida, avançando perigosamente todos os sinais vermelhos...entre uma buzinada e outra me vem uma certeza, e a cada dia mais inquestionável de que não sofrerei a transformação em um inseto nojento, como “naquele” livro do Kafka...pelo simples fato de que todos já viramos algo parecido com ele a um bom tempo...algumas pessoas perceberam, a maioria não...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:49...Um inseto voador se espatifa contra o vidro do carro em alta velocidade na madrugada, ocasionando uma detestável mancha no local...uma borboleta bêbada, penso eu.&lt;br /&gt;Bêbada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:51...Uma idéia, paro então em uma loja de conveniência, um refúgio existencial (ta bom, forcei) nestas madrugadas de início de Primavera...uma garrafa de vinho, algumas cervejas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2:53...Decido, então, ir diretamente para os recônditos do lar...podemos não ser muito diferentes daquele inseto que se choca contra o para-brisas do carro, mas seria um tanto ilógico morrer de forma parecida com a dele...pelo menos não já nas primeiras horas de um Domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3:11...Já na minha tradicional cama retangular, medito as últimas horas...concluo, ou melhor, raciocino (quem sou eu para concluir algo nesta altura da vida?) que decididamente, às vezes seria muito melhor que não amanhecesse o novo dia...assim adormeço.&lt;br /&gt;Amanhece o novo dia, quase esqueço, mas...sim, pego no cabide a minha máscara para voltar ao convívio deste grande ninho de insetos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-112861004786040491?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/112861004786040491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=112861004786040491&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112861004786040491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112861004786040491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/10/uma-noite-qualquer.html' title='Uma Noite Qualquer...'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-112726915699834459</id><published>2005-09-20T23:16:00.000-03:00</published><updated>2005-09-21T09:11:39.783-03:00</updated><title type='text'>...embora este post pareça não ter mais fim...</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Subitamente, ou nem tanto, eis que o céu surge dentre as nuvens nesta vistosa e agradável tarde de 20 de Setembro...uma brisa agradável determina um novo ânimo nas mentes alquebradas pelo tédio, cansaço e pelas recorrentes crises...são tantas! Mas sem margens de dúvidas a última foi a pior dos últimos dois ou três anos. Mas, enfim, se nada disso ocasionou nenhuma grande seqüela, creio que nada mais impõe medo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Here comes the sun, here comes the sun,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;em&gt;And I say it's all right&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;em&gt;Little darling, the smiles returning to the faces&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;em&gt;Little darling, it seems like years since it's been here”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;George Harrison – Here Comes The Sun&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem medo, procuro a mim mesmo em um tranqüilo intervalo de uma calma manhã na faculdade, quando penso ter obtido sucesso, sou cercado por dois ou três colegas, sendo alvo então de conversas fugazes e de olhares que possivelmente tentam decifrar minha individual sensação de “eu-consegui-encontrar-a-mim-mesmo” recém adquirida. Sem falar, é claro, em suas terríveis e intimidadoras cortinas de fumaça, nas quais habilmente escondem suas pérfidas intenções...uma armadilha?!&lt;br /&gt;Tenho me encontrado...e me visto em armadilhas nos últimos tempos, algumas casuais, outras com um grau de elaboração digno de nota...&lt;br /&gt;...embora possivelmente seja apenas mais um ataque da minha esporádica eventual violenta paranóia social...mas se ao menos eles disfarçassem melhor as expressões de ataque e de despeito...&lt;br /&gt;...embora eu creia muito em meus instintos, que poucas vezes se mostraram errôneos.&lt;br /&gt;...embora eu sinta todos distantes e potencialmente incomunicáveis (complexo do arquipélago? Não, é diferente, embora semelhante...)&lt;br /&gt;Tão sem fim é a sensação de que algo está errado ou mesmo faltanto é a agonia pela incerteza pelo futuro...não, ele não é mais vortéx.&lt;br /&gt;...embora alguém já tenha feito tal afirmativa...&lt;br /&gt;...embora muitos já tenham acreditado nela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defina o conceito de futuro...não, definir é limitar...&lt;br /&gt;...embora sejam, em ocasiões sejam necessárias as definições...&lt;br /&gt;...embora este post pareça não ter mais fim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despeço-me...deste assunto [?!].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------//--------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, admito que sempre admirei muito as comemorações do 20/9, muito mais do que as do 7/9 (muitooooo mais )...não vou entrar no mérito histórico ou social da questão toda, pois creio já ter escrito extensamente sobre isso no ano passado...e também por que discutir tais questões só são prazeres para intelectualóides desmancha-prazeres...do tipo de gente que sequer sabe apreciar um bom mate, mas tudo bem, delongas, delongas, delongas....me alonguei demais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;P.S - Dia 30 começam as vendas dos ingressos para o show do Pearl Jam, a se realizado dia 28/11 aqui em Porto Alegre \o/&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-112726915699834459?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/112726915699834459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=112726915699834459&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112726915699834459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112726915699834459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/09/embora-este-post-parea-no-_112726915699834459.html' title='...embora este post pareça não ter mais fim...'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-112553870235614362</id><published>2005-08-31T22:36:00.000-03:00</published><updated>2005-09-01T00:05:03.373-03:00</updated><title type='text'>Inverno Intra-Existencial ou Além do Sim e do Não.</title><content type='html'>Certamente nunca fui nem nunca serei uma das pessoas mais felizes do mundo, estarei eu novamente deprimido então? Apenas mais um jogo da mente? Mais uma pseudo-intelectual brincadeira humanista de transitar livremente entre o sim e o não? Quem sabe?!...mas dane-se, estou fugindo...&lt;br /&gt;Já é de certo lugar comum eu reforçar as minhas, já tradicionais, queixas quanto a humanidade como um todo e a inerente solidão de minha pessoa...&lt;br /&gt;...mas nunca é demais reforçar meus pontos de vista. Sim, acostumei há tempos a viver desta forma, mas porquê nas últimas semanas tem doído tanto?&lt;br /&gt;Voando junto ao vento, desbravando e correndo mundo afora, vencendo ela, sim, a chuva constante, de maneira constante e imperiosa, uma tênue lembrança de outras e priscas eras da última década do último século...&lt;br /&gt;...da minha última gota de algo parecido com a felicidade...&lt;br /&gt;Frio. Uma repentina vontade de escrever algo ou conversar com alguém, decidi escrever, é mais fácil do que conversar com alguém....mas logo isso passa, é apenas o barulho da constante chuva....não, tenho certeza que é o frio...&lt;br /&gt;Frio e chuva. Excelente oportunidade de me manter escondido. Assim, desço do último ônibus da minha mente e entro numa rua imaginária, rumo à moradia de uma mulher querida em especial, lástima grande que é só e somente imaginação...&lt;br /&gt;Imaginação. Por quê será que às vezes ainda tenho a pífia e patética esperança de que tudo melhorará um dia?&lt;br /&gt;Um dia. Um dia terei a coragem de levar adiante atos suprema e hipócritamente reprimidos...&lt;br /&gt;Reprimido, questionava o mundo, depois questionei nossa existência, hoje em dia me deprime o fato de não saber mais o que questionar...&lt;br /&gt;Questiono ainda, qual a potência mais forte da dicotomia solidão e depressão? Novamente vencerei a vida e me darei (novamente também) um tapinha nas costas pelo meu grandioso feito?&lt;br /&gt;Um tapinha cordial nas costa me dei quando acabei a escola, acreditava finalmente que os bons tempos iriam começar. Em um supremo ato de boa vontade penso que os bons tempos ainda virão, é só deixar...mas eles estão vindo muito devagar, fato.&lt;br /&gt;O fato é, tomara que eles cheguem antes que eu desista de esperar...&lt;br /&gt;...é o frio...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-112553870235614362?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/112553870235614362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=112553870235614362&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112553870235614362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112553870235614362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/08/inverno-intra-existencial-ou-alm-do.html' title='Inverno Intra-Existencial ou Além do Sim e do Não.'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-112354983654884530</id><published>2005-08-08T22:07:00.000-03:00</published><updated>2005-08-08T22:10:36.556-03:00</updated><title type='text'>Gigantes? Moinhos? Moinhos Gigantes !</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estive, de certa forma, relapso quanto a atualização do blog, a justificativa para o tal se deve não ao fato de estar muito ocupado (pelo contrário, estou de férias, obrigado), mas sim por estar entretido em coisas mais agradáveis, leituras, músicas....&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;...Dom Quixote é um livro e tanto (tanto no tamanho quanto na grandiosidade literária de Cervantes), só para citar um exemplo, e que exemplo (notei o fato que o livro-símbolo da língua espanhola é muito, muito superior ao livro-símbolo do nosso idioma, qual seria? Bem, eis Camões e seu Lusíadas com seu eterno triunfo totalmente desmerecido)...mas no fim das contas, aquelas coisas enormes no horizonte são gigantes? Moinhos? Ou quem sabe moinhos gigantes?...eis um dos maiores dilemas literários do milênio.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E quanto as músicas? Bem, bem, tenho circulado desde Brian Eno a Astor Piazzolla e desde Neil Young a Mozart. É curioso constar que conforme o tempo passa, mais eclético eu fico, os meus únicos parâmetros musicais de discernimento atuais são apenas a qualidade e a criatividade, e isso, bem...isso...abre um leque enorme de curiosas experiências auditivas...&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText"&gt;Falando em experiências, aqui abro um parêntese....mais uma legendária sincronia que experimentei recentemente. Peguem o genial 2001 – Uma odisséia no Espaço, do Stanley Kubrick e deixem no início do último capítulo do filme (Júpiter and Beyond) e coloquem Echoes do Pink Floyd para tocar no fundo....é uma experiência e tanto, fica uma noção e tanto de que a música foi composta em cima daquela parte da película.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;----------------------------------//--------------------------------------&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A novela mexicana no reino encantado de Brasília prossegue, até quando? Confesso que estou um bocado curioso em saber no que isso tudo pode acabar...mas já admito de antemão que a agonia de um partido cujo símbolo é uma estrela tem me causado um sorrisinho irônico no canto da boca, que não consigo controlar (será que alguma vez eu tentei?).&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estou convencido da teoria de um colega da faculdade, o filósofo Michel, que disse que o país tem saída: o aeroporto mais próximo.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;-----------------------//-----------------------------------------------------------&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;Espectativas para o novo semestre que se inicia na próxima Segunda-Feira? Talvez eu nem devesse utilizar o termo “expectativa”....mas enfim, o que ocorre é que já estou calejado de “expectativas de início de semestre”™, que posso, assim, afirmar, quanto menos se esperar, melhor...&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;P.S – Sábado participarei de um churrasco organizado por um vegetariano, o mundo não para de me surpreender...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-112354983654884530?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/112354983654884530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=112354983654884530&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112354983654884530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112354983654884530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/08/gigantes-moinhos-moinhos-gigantes.html' title='Gigantes? Moinhos? Moinhos Gigantes !'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-112044105426190727</id><published>2005-07-03T22:40:00.000-03:00</published><updated>2005-07-03T22:52:51.166-03:00</updated><title type='text'>Sem Mais Desculpas ou Das Sombras Às Luzes...</title><content type='html'>Semana difícil, tétrica em determinados aspectos, prazerosa em outros...&lt;br /&gt;Em um momento de sublime inspiração eu detectei o problema que privou-me do meu computador por longuíssimos quatro dias. E, subitamente, todo ficou mais claro e mais lógico. Parece até que a iluminação dos dias ficaram mais leves e agradáveis.&lt;br /&gt;No mesmo dia, comprei o novo disco do Foo Fighters, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;In Your Honor &lt;/span&gt;, um disco duplo, no primeiro o bom e velho rock, no segundo, a surpresa da imensa qualidade acústica. Até que não é mal para um propalado disco que seria uma mistura de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;White Album &lt;/span&gt;dos Beatles com um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Phisical Graffitti &lt;/span&gt;do Led Zeppelin. Enfim, provavelmente, o melhor disco de rock do ano, se fomos analisar no âmbito comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando musicalmente, ontem foi um dia histórico e muito especial para nós, fãs de Pink Floyd, a banda se reuniu em sua formação original pela primeira vez, desde o fim da turnê do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Wall, &lt;/span&gt;em 1981.&lt;br /&gt;Por uma boa causa, o Live Eight ( Show de conscientização para os problemas intensos da África, sucedâneo do Live Aid, de 1985, ambos os show foram organizados pelo eterno &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pink, &lt;/span&gt;protagonista do filme The Wall, de 1982&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;, o ator e cantor &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bob Geldolf&lt;/span&gt;), tivemos o imenso prazer de ver Roger Waters, David Gilmour, Rick Wright e Nick Mason juntos novamente.&lt;br /&gt;O setlist foi magnífico...eu me arrepiei nos primeiros acordes de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Breath,  &lt;/span&gt;aumentei o volume da televisão com o som das moedinhas caindo em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Money&lt;/span&gt; ....então o som prosseguiu com a clássica &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Wish You Were Here &lt;/span&gt;e para nosso deleite e &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/img/33/6126/640/floyd%20live8.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://photos1.blogger.com/img/33/6126/640/floyd%20live8.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;grandioso prazer, o encerramento com a maravilhosa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comfortably Numb.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, um dia para entrar para a história do Rock. Sem mais desculpas para o retorno desta incrível banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Início do mês, uma certa verba à disposição, vou esta semana ao meu ritual mensal de ida aos sebos da Riachuelo, quais serão as próximas maravilhosas obras literárias que lerei ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-112044105426190727?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/112044105426190727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=112044105426190727&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112044105426190727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112044105426190727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/07/sem-mais-desculpas-ou-das-sombras-s.html' title='Sem Mais Desculpas ou Das Sombras Às Luzes...'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-111987229266584420</id><published>2005-06-27T08:27:00.000-03:00</published><updated>2005-06-27T08:38:12.673-03:00</updated><title type='text'>Alter-Existencialismo Conjugado</title><content type='html'>Uma crise existencialista recorrente sempre leva à quebra de paradigmas estabelecidos numa crise anterior.&lt;br /&gt;A cada crise temos uma razão, um estreitamento com alguma dúvida interna, soterrada em nosso "eu"...eis que tal objeto emerge inesperadamente.&lt;br /&gt;Uma  dúvida, uma dor...como posso viver três dias sem meu amado computador? Alguém tem noção do que é passar um Domingo chuvoso e mcasa, sem um computador?&lt;br /&gt;O que restou foi deitar na cama, e, deprimido, deixar rolar uma lágrima amarga, ao som de Radiohead e Smiths.&lt;br /&gt;E este foi apenas o primeiro de três longos dias.&lt;br /&gt;Esta é uma das ocasiões da vida em que se pensa concretamente na hipótese de se cortar os pulsos ou se jogar de um prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S 1 - Ainda mantenho uma garrafa de vinho reservada para alguma ocasião especial.&lt;br /&gt;P.S 2 - Dei uma garrafa idêntica para um colega de faculdade, o qual pretende abri-la no seu próximo aniversário de "casamento".&lt;br /&gt;P.S 3 - Como é factual e notório que é extremamente difícil eu encontrar e manter um relacionamento com alguma moça alter-existencialista, a garrafa vai acabar azedando se eu esperar tal fato semelhante para abri-la.&lt;br /&gt;P.S Final - Conclusão - É mais sensato eu tomar a garrafa na comemoração do retorno do meu computador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-111987229266584420?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/111987229266584420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=111987229266584420&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111987229266584420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111987229266584420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/06/alter-existencialismo-conjugado.html' title='Alter-Existencialismo Conjugado'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-111859655388048478</id><published>2005-06-12T14:11:00.000-03:00</published><updated>2005-06-12T14:15:53.883-03:00</updated><title type='text'>Ruptura do Equilíbrio Subjetivo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Meditando. Em uma desconfortável cadeira sem enconsto, defronte a uma (também desconfortável ao par de órgãos que visualizam o exterior) tela emissora de luz.&lt;br /&gt;Um objeto de plástico com dezenas de teclas ao alcance das mãos. A luta prestes a começar. A infindável batalha contra a letargia é vencida.&lt;br /&gt;Batalhas, batalhas e mais uma vez batalhas. A cada dia que se passa eu compreendo cada vez mais e mais o quanto cada dia de vida acabou por se tornar um ato de uma grande...batalha.&lt;br /&gt;Estes dezesseis metros quadrados de espaço no qual vivo nunca apareceram tão acolhedores...&lt;br /&gt;Os números contidos naquele livro em cima da cama nunca apareceram tão ameaçadores...&lt;br /&gt;E pessoas que vão ressurgindo do passado ajudam a mente a avaliar os dias presentes e repensar os dias futuros...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Procurando fugir do equilíbrio, para paradoxalmente procurar manter o equilíbrio, esta é a lógica do discurso. A receita para se sobreviver com dignidade aos dias correntes.&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Augusto dos Anjos – Suprême Convulsion&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;i&gt;Sonho, - libertação do homem cativo –&lt;br /&gt;Ruptura do equilíbrio subjetivo,&lt;br /&gt;Ah! Foi teu o beijo convulsionador&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Que produziu este contraste fundo&lt;br /&gt;Entre a abundância do que eu sou, no Mundo,&lt;br /&gt;E o nada do meu homem interior!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-111859655388048478?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/111859655388048478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=111859655388048478&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111859655388048478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111859655388048478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/06/ruptura-do-equilbrio-subjetivo.html' title='Ruptura do Equilíbrio Subjetivo'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-111802146999366752</id><published>2005-06-05T22:28:00.000-03:00</published><updated>2005-06-05T22:31:09.996-03:00</updated><title type='text'>Devaneios na Madrugada</title><content type='html'>...acordando de um sono rápido, tudo gradualmente começa a fazer algum sentido, a casa escura ajuda no contraste existente entre essa fugaz luz interior de sabedoria e a madrugada sem lua...&lt;br /&gt;....com o ato de abrir a janela se observa uma rua escura e silenciosa, com ocasionais ecos de carros que circulam em uma Avenida não muito distante...&lt;br /&gt;.....a solitária luz de um poste que relutantemente tenta iluminar às sombras tem sua própria solidão existencial atenuada (ou agravada) pelo contato de misteriosos insetos noturnos que circundam mas nunca pousam naquele facho de luz...o estado eterno de admiração e negação de uma paixão...&lt;br /&gt;......os seres humanos se circundam no dia-a-dia, quem sabe com uma certa admiração pelo outro, tal como os insetos e a claridade, porém, tal como o exemplo...&lt;br /&gt;.......mentir para si é fácil demais, e a covardia é uma constante...&lt;br /&gt;........as paixões humanas são muito mais parecidas com a paixão que o inseto nutre pela luz d oque nós gostamos de admitir...e esta semana eu entendi isso perfeitamente...&lt;br /&gt;.........a súbita sabedoria de um solitário despertar noturno costuma ter mágicos momentos de reflexão e transcendência...&lt;br /&gt;..........o lastimoso é que tudo se esvai quando rompe a aurora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-111802146999366752?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/111802146999366752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=111802146999366752&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111802146999366752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111802146999366752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/06/devaneios-na-madrugada.html' title='Devaneios na Madrugada'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-111759935170230727</id><published>2005-06-01T05:20:00.000-03:00</published><updated>2005-06-01T01:15:51.716-03:00</updated><title type='text'>Sinais de Vida</title><content type='html'>Não seria um exato começo, muito menos um recomeço. Este espaço, na melhor das hipóteses, será uma espécie de continuação de meu blog anterior (&lt;a href="http://willdalosto.blig.ig.com.br"&gt;http://willdalosto.blig.ig.com.br&lt;/a&gt;). Na verdade até há pouco sequer havia definido um nome para este espaço e espero que o atual nome não soe deveras pretensioso, mas não resisti, o fato é que na dúvida entre um nome simples, acabei por optar pelo composto.&lt;br /&gt;Os assuntos tratados serão as já conhecidas filosofanças intermitentes (tm), seguidas de eventuais comentários sobre livros, filmes e músicas. Não, é claro que não me esqueci das também recorrentes crises existenciais.&lt;br /&gt;Enfim, é sempre a mesma história, um homem deprimido que venceu a depressão e se tornou um homem amargo como chimarrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperando pela chuva ou contraponto etílico-existencial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-111759935170230727?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/111759935170230727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=111759935170230727&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111759935170230727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/111759935170230727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/06/sinais-de-vida.html' title='Sinais de Vida'/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-112043905032668772</id><published>2005-06-01T00:02:00.000-03:00</published><updated>2005-07-03T22:16:03.010-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/33/6126/640/floyd%20live8.jpg"&gt;&lt;img style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/33/6126/320/floyd%20live8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;floyd8 &lt;a href="http://picasa.google.com/" target="ext"&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/pbp.gif" alt="Posted by Picasa" style="border: 0px none ; padding: 0px; background: transparent none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial;" align="middle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-112043905032668772?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://williamdalosto.blogspot.com/feeds/112043905032668772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=12901395&amp;postID=112043905032668772&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112043905032668772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/112043905032668772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/06/floyd8.html' title=''/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-12901395.post-113236785339864850</id><published>2005-06-01T00:00:00.000-03:00</published><updated>2005-11-19T00:41:46.830-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7864/1113/320/msn_nov3.jpg"&gt;&lt;img style="CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7864/1113/160/msn_nov3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://picasa.google.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: 0% 50%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px; moz-background-clip: initial; moz-background-origin: initial; moz-background-inline-policy: initial" alt="Posted by Picasa" src="http://photos1.blogger.com/pbp.gif" align="middle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/12901395-113236785339864850?l=williamdalosto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113236785339864850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/12901395/posts/default/113236785339864850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://williamdalosto.blogspot.com/2005/06/blog-post.html' title=''/><author><name>Will Dalosto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04409584965297528970</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://willdalosto.blig.ig.com.br/imagens/eu_blog.jpg'/></author></entry></feed>
